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Recenseamento

 

Pedro Estrella Brasero
08/04/2019

Nos últimos dias tenho {leido} várias notícias em diferentes meios indicando a grande quantidade/quantia de recenseamentos fraudulentos face a as próximas eleições autárquicas, minha surpresa foi que pareciam alarmar-se por um {numero} recenseamentos que oscilavam ambiente a um 5 ou 10% do recenseamento real.

Nós temos detetado a fecho do recenseamento eleitoral no passado 31 de Janeiro um incremento de 41 novos eleitores no último ano em nossa localidade, {Peraleda} de São Román, sobre/em relação a um recenseamento inicial de 252 e sem ter em conta os falecimentos deste ano, {calculamos} entre 50 e 55 novos recenseados, isto é um incremento de 20%.

Parece ser que esses recenseamentos estão propiciados ou pelo menos têm o {beneplacito} da Câmara Municipal pois numa localidade como esta, com menos de 300 habitantes, todos somos conscientes de aqueles que residem seis meses ou mais na localidade e quais são as motivações de dito recenseamento.

o nível de exigência

Ânsia, o mau do século XXI

Pedro Feal Veira

La Coruña

España es el país donde más tranquilizantes se consumen de toda Europa. Mas o certo é que, para além de nossas fronteiras, a epidemia de ansiedade se estende pelo mundo como nunca antes o tinha facto/feito.

Sem {ambages}, pode declarar-se que este é o mau do nosso século nos países desenvolvidos. E cabe, naturalmente, perguntar-se porque é que.

La ansiedade ou {estress} é uma emoção que surge como reação natural frente a uma situação de risco, que insta ao organismo vivo a atuar para defender-se.

Portanto, em si não é má; o que é prejudicial é o excesso de ansiedade ou sua reiteração contínua por motivos aparentemente {nimios} ou não concretos. E isto é o que, ao que parece, está acontecendo em nossa sociedade avançada.

Se acontece assim é porque dalguma maneira se percebe/recebe a existência de perigos difíceis de precisar. Pode que estes sejam às vezes imaginários, mas o mais provável é que se encontrem {latentes} baixo/sob/debaixo de a superfície duma suposta normalidade. Em geral, acredito/acho que se pode intuir que o {perfeccionismo} e a própria obrigação social de fingir ser feliz estão detrás de boa parte do problema.

Penso que ao que mais se teme é a «não estar à altura» (em ocasiões, mesmo literalmente), a não responder às expectativas do nosso ambiente, que nos exige beleza, inteligência, simpatia, alta competência profissional ou académica e aquiescência aos padrões convencionais. Exigências que atualmente redes sociais como {Instagram} ou Facebook têm elevado a sua máxima potencia: necessitamos constante aprovação ({likes}) como água de Maio, talvez para compensar o {aflojamiento} cada vez maior dos laços sociais tradicionais: aqueles que nos uniam à família, ao grupo de idade ou de trabalho e ao território (bairro, povo/vila ou aldeia) e nos acompanhavam {afectivamente} ao longo/comprido da existência.

La sociedade consumidora, liquida e hiperindivíduo, desfaz esses laços e nos deixa sós, literalmente, «perante o perigo». La {etiología} da ansiedade assinala ao capitalismo mais agressivo como seu causa.

La alegria, a riso, a tranquilidade, a falta de pressa, a comunicação pessoal cara a cara, os abraços, a solidariedade, isto é, tudo o que nos falta agora, são o antídoto para esta epidemia do século XXI.

Mas para consegui-los, é preciso dar uma volta ao sistema da {competititvidad} e o consumo extremos, o mesmo que ameaça ao planeta, e voltar-se até uma forma de vida mais humana e natural, {desacelerada}, contemplativa e pausada.