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¿Que passará com o turismo?

 

Blanca Coscolin
23/10/2019

Que Barcelona vive do turismo não é notícia, mas os últimos incidentes acontecidos na cidade e a tensão e a violência vivida em suas ruas sim que tem tido uma grande repercussão a nível internacional, se calhar demasiada. Barcelona perdeu seu espírito de convivência e de cidade tolerante e cívica, mas também perdeu muitíssimo mais que isso.

O Associação de Hotéis de Barcelona já advertiu que «os gravíssimos incidentes deixaram umas imagens que resultam especialmente prejudiciais para a {reputación} da cidade em todo o mundo». Mas a realidade é que as pessoas já não quer vir à cidade condal e esta imagem vai ser muito difícil de apagar. Milhares de turistas têm cancelado suas viagens, tanto/golo presentes como futuros, mas o pior é o que ainda está por vir.

¿Como vai-se a recuperar Barcelona disto? ¿Como vão a reconsiderar a situação as instituições para reconduzir a imagem que tem atualmente a cidade? O turismo alimenta à cidade, a seus comércios e a suas arcas, por este motivo é muito necessário gerir e reconsiderar a imagem que se está mostrando e recuperar a normalidade, para evitar outra queda/redução como a já resignada/sofrida há dois anos com os atentados terroristas.

Por favor, sejamos conscientes, sejamos honestos, necessitamos uma mudança. O turismo é o primeiro sector da cidade, e as consequências que esta situação pode ter em Barcelona podem ser devastadoras. {Piénsenlo} bem.

SAÚDE MENTAL

Um cuidado diário/jornal

{Laia} {Pons}

{Manresa}

Vivemos num mundo frenético. Estamos envolvidos de estímulos, pressões e juízos que nos carregam o peito diariamente. Nos {rodeamos} de pensamentos negativos, más palavras e situações que nos fazem sentir incómodos. Não é estranho, pois, ver que este peso acrescentado que levamos connosco pode traduzir-se em algo mais grave, como angustia ou depressão. Convem apresentar-se o papel da saúde mental em nosso dia-a-dia e tratá-la como um elemento chave que temos de cuidar tanto como qualquer outro. Deveríamos propor-nos que podemos fazer nós para conseguir as ferramentas necessárias para aprender a gerir nossas emoções e pensamentos. ¿Se calhar implantar serviços dentro das empresas? ¿Que aproximação se faz desde as escolas? É importante que toda a gente possa levar uma vida tranquila, feliz e plena.

CANCRO DE MAMA

Uma luta de muitas

Miguel Fdez-Palacios Gordon

Madrid

{El} 19 de octubre fue el {Día} {Internacional} del {Cáncer} de {Mama}, o mais habitual em mulheres: por modos de vida, fatores ambientais, genéticos ou nutricionais. Esta jornada persegue previr o tumor consciencializando da adoção de hábitos de vida saudáveis, a importância de sua deteção precoce, a transcendência de maior investimento em investigação que eleve a taxa de sobrevivência e o apoio a aqueles que o padecem. Quando se prescrevem provas, após a angustiosa espera dos resultados, às vezes chega o duro golpe do diagnóstico: um calvário de quimioterapia, queda/redução do cabelo, operação, radioterapia, mais exames médicos e tratamento hormonal vão alternando sem descanso/intervalo. Quando ao fim se consegue a vitória (a maioria das vezes), o consolo é infinito. E, embora virão mais controlos, o sofrimento terá valido a pena.

EDUCAÇÃO

Sem mudanças em 60 anos

{Marta} Núñez

Barcelona

Observo como tudo muda e se adapta rapidamente à atualidade, no entanto, o âmbito educativo segue/continua exatamente igual que 60 anos atrás: alunos sentados e professores falando até provocar o aborrecimento e a desmotivação. ¿Com todos os avanços não fomos capazes de dar um passo em algo tão essencial? Por favor, pedimos medidas educativas novas no sistema para devolver à juventude a ilusão/motivação, a motivação e a vontade para fazer tudo o que nos apaixona sem perder nem um ápice de interesse/juro.