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Protestos contra o planeta

 

M. Fdez-Palacios Gordon
25/10/2019

A Terra não pode mostrar seus sentimentos, os presos, sim. Eu também sou incapaz de expressar a angustia que me embarga ao ver pneus/pneumáticos queimados para cortar/fechar estradas, contentores ardendo para bloquear ruas, árvores derrubadas para deter comboios, cruzes de madeira nas praias para simbolizar a morte da democracia, laços de plástico amarelo para pedir a liberdade dos presos, bolas de goma que comemoram as Olimpíadas antifascistas de 1936, archotes fumegantes em marchas pela liberdade, sacos de lixo para criticar as cargas policiais, balões com pintura contra a Conselheria de Interior, sabão a {mansalva} em fontes para limparlo tudo... nenhuma dessas expressões é ecologicamente positiva. «É anedótico», me dirão indignados, «é uma gota no oceano». Embora não o é, se o {concederé}. Mas {reconózcanme} vocês que qualquer gesto, por pequeno que seja, é {medioambientalmente} importante. {Usemos} a criatividade para não maltratar o planeta em manifestações.

MIGRAÇÕES

Fronteira presumida

Luis Cabaneiro Santomé

Lugo

Escapar de la miseria ignorando que te {dirijes} de nuevo a ella sin {haberla} nunca abandonado hace de la migración actual una lucha vital; são as fronteiras do temor do homem a perder um território que acredita seu diante da avalancha de seres humanos menos condecorados que ameaçam sua propriedade e conferir assim legalidade a sua expulsão, vendendo como acolhimento humanitário o que é colonato natural por necessidade; pôs o homem nome a suas fronteiras, à menos problemática, terrestre, à incómoda, fluvial e à mimada, aérea, todas foram caras menos a que ninguém apadrinhou por separar raças, economia e sociedade, a chamaram humana mas a {apodaron} presumida por olhar-se num espelho que reflete o perfil {egoista} do planeta, o que evita com argumentos económicos e sociais que lhe peguem o que lhe sobra.

REFLEXÕES

O amor não tem preço

Javier Gómez

Zaragoz

Hace muchos años, uma linda jovem me ofereceu uma {cajita} vermelha com um {lacito} dourado. Não vinha a conto por nada em especial, já que não era nenhuma data assinalada, pelo que minha surpresa foi maior. A abri enquanto ela me olhava com esses {ojitos} de inocência avassaladora esgrimindo um sorriso. Dentro não tinha nada. E depois de/após uns segundos de silêncio e meu gesto de interrogação, me disse: «Se miras com os olhos {verás} a {cajita} vazia, mas se miras com o coração {verás} que dentro há um beijo, um beijo que te dou e que será sempre para ti».

Passou muito tempo, mas não tenho esquecido a lição, e mais agora, que infelizmente tudo se compra com dinheiro, que só/sozinho se pensa que quanto mais caro é o presente mais te querem. O querer não deveria comprar-se, mas muitas vezes o fazemos, ou nos deixámos.

IRÃO

Fortaleza feminina

María Vilaplana

Molins de Rey

{El} partido de fútbol de la selección de Irán contra {Camboya} fue un nuevo ejemplo de resistencia y fortaleza de las mujeres de este país. Apesar de que sinto raiva contra as leis de um país que {considero} que oprimem fortemente à mulher em muitos aspetos, me {emocioné} ao ver as imagens e ao ler suas palavras, cheias de esperança e felicidade. Mães, filhas, mas também fanáticas do futebol e de seu país.

Apesar das restrições, seguem/continuam lutando para mudar o {statu} {quo} e demonstrar do que são capazes. Além disso, o gesto dos futebolistas representa uma grande mostra de respeito, onde o sexo oposto é capaz de ver e agradecer tudo o que dão as mulheres. Um pequeno passo muito longe de o que eu entendo como aceitável, mas aquele dia tivesse dado qualquer coisa para poder/conseguir estar com elas nas bancadas.