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Pressão fiscal injustificada

 

EVA Pérez
11/01/2019

Existem políticos medíocres que consideram que subindo os impostos se arrecada mais e costumam vender o argumento de que pretendem com isso melhorar os serviços públicos. Fazem chantagem à população com a necessidade de sustentar a saúde, a dependência ou a educação, e sobem {deliberadamente} uma já injustificada pressão fiscal.

Não temos de ser um perito economista para saber que, em situação de crescimento económico, se {bajamos} a pressão fiscal faríamos mais atraente/atrativo nossa comunidade autónoma e {atraeríamos} mais investidores.

Mas isto não vai com as políticas do PSOE, que aposta em seguir/continuar asfixiando aos extremenhos, provocando a fugida massiva de jovens sem esperança, aprofundando na despovoamento e na pobreza. O senhor Fernández Vara, e seu secretário-geral, Pedro Sánchez, apostam em «harmonizar» os impostos. Para os socialistas harmonizar significa subir impostos.

Supõe menos esforço para eles subir impostos --e endividar aos extremenhos cada vez mais-- que levantar-se do cadeirão e trabalhamos/trabalhámos por um futuro para Extremadura. Graças a Deus, não todos somos iguais.

José Antonio Monago tem anunciado nesta semana uma diminui integral de impostos. É o modelo do PP da Extremadura e seu presidente, que, se governa esta região a partir de Maio, descerá o escalão autonómico do IRPF, eliminará na prática o imposto de sucessões e doações, {bonificará} {fiscalmente} às empresas e eliminará de uma vez por todas o cânone de saneamento.

Os populares extremenhos se preocupam pela família, com factos/feitos, não com {palabrería}. Por isso, seu presidente comprometeu-se a incorporar deduções para famílias numerosas, para a conciliação da vida laboral e familiar, para a reforma de habitações no meio rural, para despesas por doença e prémios individuais de saúde, por nascimentos de filhos, alargando, além disso, a quantia para deduções por partos multiplos ou as relacionadas com o acolhimento familiar.

O PP comprometeu-se a descer o polémico imposto de Atos Jurídicos Documentados, apresentando que as escritas ligadas à firma/assinatura/assina de hipotecas estejam isentas no escalão autonómico. Assim se estimula às famílias a ficar na Extremadura. Também descerá o imposto de Transmissões Patrimoniais e se alargarão os benefícios fiscais para atrair empresas. Porque existe outro modelo e é necessário impulsioná-lo para gerar mais oportunidades. Porque Extremadura não pode continuar a ser um inferno fiscal para as famílias e as empresas.

* Assessora jurídica e deputada do PP