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Não podemos deixar morrer a bares e restaurantes

 

OLGA Seco
10/05/2020

Tenho a sensação de que a nova transformação global nos exige tomar consciencializa e começar (igual que os meninos de crianças) a aprender novos esquemas mentais e novas formas de conduta. Sem a capacidade de acelerar o processo, o único que vamos a ter é medo e falta de flexibilidade. Penso que o ser humano deve esforçar-se em defender com grandeza todas as circunstâncias e naturalmente saber reagir. Para entender o que está passando é preciso (opinião subjetiva) um sistema racional totalmente novo. Por absurdo que pareça, acredito/acho, que é o momento de esquecer o aprendido, e sem ingenuidade, fazer-lhe face à nova maneira de viver. Acentuar o ontem é não dar-lhe direito ao hoy. O recuo, embora só/sozinho seja lembrança, não costuma ser amigo da aceitação. Portanto, {concentramos} nossas energias em construir novos sistemas emotivas e {trabajemos} estritamente em aprender novas condutas.

O conceito/ponto básico de normalidade, agora não nos vale de nada, bom sim (em termos simples) para debilitar-nos e não conseguir nosso objetivo.

{Díganme}, ¿de que serve hoje o aprendido durante uma vida? Façam memória ({sonrío}) tudo o que antes era evidencia de boa educação, agora é o contrário. Andor que... ¿Quem nos ia a dizer que {íbamos} a cumprimentar-nos a grito {pelao} na rua? E assim com tudo; jamais me {imaginé} fazer parte de um mundo que não decorre junto à proximidade, mas já vêem (a situação é a que é) e é absurdo renegar dela. Os pensamentos comparativos som fabricantes de discórdia; todos têm a mesma condição: apresentar as coisas mais além do eu e tocar as narizes. Podemos conceber a vida de muitas formas, indiscutivelmente, mas jamais com resignação.

Tudo o novo estende a dar pavor. O tempo, a maioria das vezes absolve ao medo e desaparece junto à costume. Cedo, poderemos executar o rascunho/esboço/minuta que hoje estamos escrevendo, e com firmeza devemos de enfrentar-nos a tudo. Faz poucos dias, caminhando pela rua, {escuché} a uma pessoa dizer: «enquanto a coisa não melhore, não irei a nenhum bar nem restaurante». Pensando assim, ¿sabem o que acontecerá?, muito simples: Espanha deixará de ser o instinto de alegria que nos carateriza e nos {convertiremos} no entulho do medo. Não, não podemos deixar morrer nossos bares, restaurantes e lugares de lazer. O temor, sempre tem um ponto de vista egoísta; devemos pensar desinteressadamente em todos os profissionais da hotelaria, e devolver-lhe com gratidão, tudo o que em seu dia fizeram por nós. Os empregados de mesa, sempre foram a transparência «ajoelhada» a nosso disposição. A maioria deles souberam amortecer nossos maus dias com um sorriso. ¿E agora que? Sim, toca ser {alegoría} que não se perturba por nada e aprende a mudar o temor por amor. Não sei vocês, mas eu, me nego a não vibrar cada dia pelo efeito do medo... H*Escritora.