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Não no meio do nada

 

Eusebio Rodríguez
04/01/2019

De novo {sufrimos} avarias e {paros} em nossos comboios, mas estas não se sofrem «no meio do nada», se sofrem no meio duma bonita terra, submissa e abandonada por seus dirigentes que não sabem defendê-la e, não são capazes de exigir ao Governo que sejamos tratados com os mesmos direitos que o resto de espanhóis.

Esta manhã ouvia numa emissora de rádio à delegada do Governo na Extremadura tratando sobre/em relação a o problema dos nossos comboios e, uma das coisas que disse, ou {entendí}, era que «nossos problemas se arranjarão, mas que não podia ser cedo, dado que as vias e comboios custam muito dinheiro e tinha que fazê-lo aos poucos». Eu me {pregunto}, ¿o resto de redes ferroviárias e comboios do conjunto/clube de Espanha, não têm costado muito dinheiro? Acredito/acho que sim e os extremenhos também temos contribuído com nossos impostos para que isso se fizesse em bem dos demais.

Numa carta anterior sobre/em relação a o comboio que me publicou este mesmo diário/jornal, eu pedia, em plano de {chanza}, que se {contrataran} indianos a cavalo para que desde o horizonte das nossas cumes montanhosos, {alegraran} a nossos resignados viajantes que fazem uso destes calamitosos comboios que percorrem nossa terra. Hoy peço que se contratem àquelas caravanas que percorriam o distante a oriente, para levar a nossos esforçados e aventureiros viajantes, pois se calhar em {carretas} como aquelas chegassem a seus destinos com pontualidade.

Está comprovado, que com nossas manifestações, não {conseguimos} nada, já que o Governo se o toma como um jogo folclórico, de «aqueles benditos que com suas manifestações folclóricas nunca nos {causaran} problema». São nossos representantes no Congresso e o Senado aqueles que em nome de seus representados e apoiados por todos os cargos políticos da Extremadura os que devem dizer ao Governo já basta de promessas e não {contaréis} com o nosso apoio enquanto não se resolva este grave problema.

Entretanto, terá que exigir, na hora de tirar o nota/bilhete de caminho de ferro, uma lanterna para iluminar-nos se a nova e próxima avaria volta a acontecer de noite, no meio desta pacífica e bendita terra.

POLÍTICOS MAUS E PIORES

Retrógrados

Pedro Serrano

Antoñán del Valle (León)

Não me preocupa que tenha líderes retrógrados e extremos que assegurem arranjar os problemas do mundo com um simples estalo de seus dedos. O que realmente me preocupa é as pessoas que se {encandila} com discursos que apelam às emoções mais primárias anulando qualquer indício de racionalidade. Posso entender o zanga monumental até a classe política que nos tem governado estes quarenta anos de democracia. Posso entender que a gestão da crise económica tenha criado legiões de céticos. Mas o que não posso entender é que tenha pessoas que dê {coces} contra o aguilhão só/sozinho por {despecho}. Penso que só/sozinho há políticos maus e piores. Mas, ¿porque é que optar pelos piores tendo'ls maus? ¿Como é possível que, de imediato, apareça um {mesías} em teu porta anunciando a boa nova e {aceptes} sem objeções {comulgar} com rodas de moinho? A resposta talvez seja que o pensamento racional e crítico recua.

O CAMINHO DE FERRO

Solidariedade com o povo/vila extremenho

Ángel Passolas Sobero

Santander

Sirva esta nota de {Carta} al {Director} para que sepan que estoy con los extremeños en el tema del tren. Têm toda a razão do mundo:vias do século XIX, sem eletrificar, duma só direção! inaudito. {Quéjense}, como os catalães, vamos ver se lhes fazem caso. Nem a esquerda, nem a direita, só/sozinho se atende a quem mete {bulla}.

Feliz ano e paciência.