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Anselmo Fdez-Blanco Pérez
15/02/2020

DENÚNCIA PÚBLICA

Uma chamada ao povo/vila cacerenho

Juan Pérez de las Vacas Barroso

Médico jubilado

Já em Abril de 1991, em meu artigo publicado neste diário/jornal, e intitulado «O que pensa um cacerenho», me perguntava pelo abandono e insuficiente atenção que sofre nossa província, antes por um governo central e mais tarde por um governo autonómico que, por certo, a maioria de anos esteve liderado pelo PSOE, sempre com maioria parlamentar da província de Badajoz. Aí está o erro e, claro... assim nos vai.

Em Dezembro de 1993 {vuelvo} a escrever «Uma mão até o sul», e o faço porque os problemas seguem/continuam sem nenhuma perspectiva de solução. Badajoz e a Junta nos ignora e nos despreza e, na atualidade, ano 2020, as diferenças entre ambas províncias aumentaram. E não faz falta demonstrar nada, só/sozinho temos de ir a Mérida ou Badajoz, visitar sua província e ver seu desenvolvimento, que está muito bem, mas senhores políticos e responsáveis da Junta, {echen} uma vista a nossa província, a Cáceres, que {languidece}, onde não se instalam indústrias, nem grandes nem medianas, todas estão na província «irmã».

A Cáceres se a denominou «Cidade de Congressos»; ¿onde estão esses congressos? ¿Que foi daquele aeródromo solicitado com firmeza e sentido pelo presidente Rodríguez Ibarra? ¿Seu herdeiro o esqueceu? ¿Que há da Ribera del Marco, pulmão necessário para Cáceres, aprovada por uma ministra do PP e também ignorada por esta Junta que, no entanto, arranjou as zonas ribeirinhas do Guadiana a seu passo por Mérida e Badajoz?

Tenho mais dados sobre/em relação a investimentos numa província e a outra, e agora nos quer tomar por parvos o conselheiro de Saúde ao anunciar e inaugurar um hospital antes de umas eleições legislativas. ¡Que casualidade! Eu sou médico jubilado, especialista em aparelho digestivo e {endoscopias}, que trabalhou muitos anos num hospital; este que temos é uma parte, não o tudo, e enquanto não se complete, não será um hospital. Agora não passa de ser uma clínica cirúrgica, não o que os profissionais entendemos por HOSPITAL. Por certo, ¿em Bruxelas disseram que se fez um Hospital em Cáceres?

Me {pregunto} quando teremos o novo centro médico, segundo o visto anteriormente, ¿estará terminado no 2030? Com o investimento prevista para o 2020, de 600.000 {€}, não há nem para pôr lâmpadas. Fala o conselheiro de que não é precetivo fazer uma cafetaria; mas bom, ali há pessoal que faz guardas de 24 horas e familiares que acompanham aos pacientes, que necessitam essa cafeteira para comer, jantar, tomar um refresco... Com esse mesmo critério, para que fazer serviços de asseio.

Bom, teria que dizer mais coisas, mas uma delas é a referente ao aumento de planteis/quadros, sobretudo os serviços médicos como são anestesia, cirurgia e alguns mais, que não usufruem desse aumento e outras necessidades; e o conselheiro declara na imprensa um aumento importante nas planteis/quadros, me imagino que se refere a pessoal administrativo, {celadores}, pessoal de limpeza, manutenção...

Para terminar, lhe {comunico} à Junta e ao conselheiro que há uma corrente muito séria em Cáceres, prestes a {aflorar}, pois o povo/vila está farto dessas desigualdades, e se alguma vez se lhes perguntasse não seria estranho que preferissem estar sós, independentes ou unidos a outra comunidade, e isto, senhores, seria muito triste. Sós não nos iria pior que unidos a uma província que nos ignora desde há muitos anos.