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Rafa Zamora
17/03/2019

{FAKE} {NEWS}

Marketing de indignação e boatos virtuais

Enrique Stuyck

Madrid

Lo que ahora se conoce como {fake} {news} o noticias falsas, não deixa de ser o que comummente se conhecia como boatos, mas com a particularidade de que, no tempo em que vivemos, as redes sociais os alimentam de tal maneira que, em ocasiões, se são aproveitados convenientemente, se podem chegar a converter em fenómenos planetários duma publicidade indireta descomunal.

Resulta evidente que as redes sociais podem construir ou destruir a imagem duma pessoa, duma empresa ou duma marca comercial, utilizando {torticeramente} aos internautas para difundir determinado tipo de mensagens que chegam a milhões de pessoas.

E segundo em que caso, a repercussão podem resultar absolutamente destrutiva, ou extremadamente positiva, até tal o ponto, que os beneficiados por estas estratégias chegam a ser requeridos para dar conferências em universidades sobre/em relação a o que se conhece como ‘marketing de indignação’. Perante estas evidências temos de fazer-se várias perguntas da ótica da ética comercial, e especialmente, alentar à opinião pública das intenções destas ‘campanhas de marketing de indignação’ para detetar a estes piratas informáticos para não cair em suas redes.

Temos que assumir o fenómeno {influencer} no mundo da comunicação virtual nas redes sociais e seu penetração nas campanhas de marketing digital, que está substituindo à publicidade conhecida como convencional, em imprensa, rádio e televisão, e que, atualmente, se se quer introduzir um novo produto, um serviço,ou qualquer outro produto de consumo massivo, é imprescindível ter visibilidade na redes sociais, fundamentalmente em twitter, facebook, {instagram} ou {whatsapp}, mas, e resulta, portanto, inevitável, ter que recorrer a “{influencers}”, já que é a maneira mais direta e efetiva de chegar ao público objetivo do produto em questão. Mas daí a participar, indiretamente, numa campanha de “marketing de indignação, há um caminho que podemos evitar percorrer se estamos suficientemente informados.

POLÍTICA

O termo democracia

E. {Barrull}

{Girona}

Democracia foi uma das palavras mais manipuladas ao longo/comprido da história. Se tem falado de democracias orgânicas e inorgânicas, participativas e restringidas, diretas e indiretas, burguesas e revolucionárias, populares e avançadas... Agora, ainda se atribui esta palavra a regimes de diferente signo, em função da interpretação que se dá a outra palavra chave: liberdade, inerente à condição humana. {Recordar} isto é oportuno num momento no qual o significado e conteúdo da democracia se vê, em certa forma, submetida a juízo, ao fio da causa que se desenvolve no Tribunal Supremo após o tentativa dos {secesionistas} catalães de {subvertir} o Estado de Direito em nome, paradoxalmente, da própria democracia.