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Que se morram os velhos

Um exemplo de {amnesia}: ¿quem tem recortado mais os investimentos no estado de bem-estar?

 

GASPAR García Moreno
07/05/2020

Nada é verdade nem é mentira, mas da cor do vidro com {quese} mira. E alguns o têm embaciado. Tudo está mal, mas ajudar, é farinha de outro {costal}.

Sempre fui um jornalista apaixonado de minha profissão, que {ejercí} após um breve passo pela ensino; e {compatibilicé} às vezes. E {apliqué} que a crítica temos de fazê-la sempre, e ao poder/conseguir, como é lógico, e se é construtiva melhor. E que a informação tem que ser veraz e comprometida. Não precisamente objetiva, mas veraz e comprometida. E os epítetos não som incompatíveis. Porque nada é verdade... que escrevia ao início.

Que se morram os velhos, deixemos-nos de eufemismos, enquanto jogamos a galgos ou podengos. Sim, a maioria dos mortos, velhos, em residências a onde lhes enviam/{amos}... A maioria privadas ou de gestão privada com dinheiro público. Mas essa é outra...

Os políticos, e em situações como a atual se {acrecienta}, quando um (agora e antes) diz A, o outro B. Se eu digo, proponho, {sugiero}, {realizo}... algo, o outro, bem pelo contrário. Estão acima de tudo e de todos e de costas para a realidade, dos cidadãos embora se lhes encha a boca dizendo que é por eles pelos que trabalham. ¿Como é possível? Por exemplo: ¿Quais som as maiores/ancianidade preocupações nossas, como cidadãos, agora? Fácil se temos os pés na realidade: ¿quanto vai a durar «meu» {ERTE} e quando vou a começar a receber? ¿Quando vão a convocar «meus» oposições/concurso público que se adiaram? ¿que vai a passar com meu desemprego cuja perceção termina em Maio?; ¿como poderei atender o campo para que me dê algo de rentabilidade; ¿que vai a passar com a ganadaria, bovino, bovino... que tem tida um paralisação {cojonudo}; ¿quando vou a poder/conseguir abraçar a meus filhos, irmãos, netos, amigos?; ¿quando e como vou a poder/conseguir abrir meu pequeno comércio, minha pequena loja?; ¿quando poderei passar essa consulta médica do especialista que estive esperando, 6 meses, um ano... e me têm adiado? ¿Como vão as investigações à procura de vacinas? Acrescentem vocês.

Se enquanto vão morrendo mais velhos, ¿o que é que se passa?

Somente parece ter um propósito nos que não têm o mandato de governar agora: derrubar ao governo. Me vem à cabeça o que não faz muito dizia, é seu último livro, Almudena Grandes: «em Espanha, quando a direita perde o poder/conseguir é como se se o tivessem roubado».

¿Mas propuseram algo que medianamente tenha {visos} razoáveis para sair da pandemia e começar a fortalecer a maltratada economia? ¿Descer impostos e isenções? ¿E com que {pagamos} o público? Ou o público não interessa...

Parece que somente há uma obsessão:governar à custa de o que seja. Se não governam tudo é mau. Velha canção. ¿Não será que uns e outros, acostumados a uma alternância contínua, (que tem vindo a demonstrar que é má e se vicia com corruptos, {tragaderas}, desproteção dos trabalhadores…) não querem aceitar uma realidade diferente?

Quando há um evidente tentativa de acabar com o bipartidarismo e tudo o que trouxe, a coisa não vai bem. ¡{Aaahhh}!

Um só/sozinho exemplo de {amnesia} (¿desavergonhada?): ¿quem tem recortado mais os investimentos no estado de bem-estar que {íbamos} conquistando? Mesmo se faz trincheira onde conservam poder/conseguir, porque a maioria se o tem arrebatado a esquerda ou a extrema direita, anticonstitucional, com a que estão governando. E este estado de bem-estar acolhia a muitos velhos, que em sua vida tinham facto/feito mais que trabalhar, e por aqui na terra, quase em exclusiva. Aqui onde a maioria da terra não é para o qual a trabalha.

Fica um longuíssimo {trecho} aos cidadãos progressistas, aos sindicatos sérios, aos movimentos sociais, a todos, até que ponhamos isto em pé. Anos certamente.

¿A todos interessa essa reconstrução?; ¿mesmo aos que vão sair mais ricos?

{Apretemos} todos na mesma direção. Já terá tempo de pôr a cair de um burro aos que fizeram as coisas mal (meio mundo também). Agora, {pónganse} de acordo. Não faz muito tenho lido ou ouvido que em Villanueva de la Serena (uma cidade muito importante da Extremadura) se têm posto de acordo todos os grupos que compõem a corporação. ¿Será pelo humor do presidente da Câmara Municipal e os vereadores a aqueles que lhes importam os cidadãos realmente?

{Ay}, quando {decrecía} o investimento pública crescia a atribuição para as Instituições políticas, para os políticos. Oxalá que após os {nubarrones} e trovoadas que prognosticam os sábios da economia se potencie o sector público como o sanitário, o ensino e o sector primário e todos a uma se estabeleçam os mecanismos para que cheguem investimentos privados que acompanhem às que tem que realizar o Estado. Aqui, sobretudo, porque apesar do esforço das Instituições públicas esta pandemia nos tem seguido/continuado {pillando} na cauda. E também nossos velhos, infelizmente, som os que mais a têm pago. Que não se morram mais velhos.

*Jornalista.