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O melhor professor do mundo

 

SATURNINO Acosta
28/03/2019

Por se não o sabiam, Peter Tabichi tem ganho o famoso Global {Teacher} {Prize}, conhecido como o Nobel de Educação, ou melhor Professor do Mundo de 2019, e dotado com um milhão de dólares.

O professor queniano de Matemáticas e Física, que exerce no Quénia, não num grande subúrbio, dá aulas de ensino secundário num remoto lugar do vale/cerque do {Rift} condenado à pobreza. Tabichi, que para além de professor é franciscano, doa o 80% de seu salário a ajudar a os seus alunos. Segundo os meios, passa fins-de-semana inculcando às famílias a necessidade de seguir/continuar na escola, especialmente às raparigas, destinadas a casar precocemente ou a ensinar como cultivar eficazmente.

Mas Tabichi não acredito/acho tenha chegado aqui somente pela sua condição de franciscano {altruista} com 36 anos, os seus alunos têm ganho uma competição nacional de Ciências e a equipa de matemáticas conseguiu apurar-se para um torneio científico/cientista em Estados Unidos. Tabichi, dada sua condição franciscana, poderá doar tudo o que queira, que não por isso se é melhor ou pior professor ou professor, e acreditar/achar no que queira e pregar o que queira, que não por isso se é melhor ou pior professor ou professor, mas sim se é melhor quando sem meios e num contexto socioeconómico e cultural adverso, teus alunos se sobrepõem às adversidades e lutam e competem em igualdade porque seu professor ou professor, não somente lhes deu os conhecimentos ou os materiais, básicos neste caso, lhes deu a docência necessária, o apoio, a confiança, o reconhecimento, a esperança e sobretudo o fim que sustenta a escola pública, a fé num mesmo apesar do lugar, a raça, a crença ou o sexo, a igualdade de oportunidades {provengas} donde {provengas}.

Por mais que {leo} e me documento sobre/em relação a o tema, deixo atrás os comentários depreciativos sobre/em relação a a religião de Tabichi, ou sua generosidade a favor de os seus alunos como condicionante para tão prezado galardão, e mais me reforça pensar que o prémio outorgado é um prémio na verdade a todos e a todas os docentes da escola pública que dia-a-dia {intentamos} que nossos alunos de qualquer condição, bairro, estudos e situações possam tirar o melhor de sim mesmos.

Tabichi há um, e meu parabéns e reconhecimento, mas igualmente meu reconhecimento a todos aqueles que em nossa escola pública e rural lutam dia-a-dia, em contextos difíceis e às vezes complicado para que «todos» tirem o máximo de sim mesmos, como os alunos de Tabichi.

Meu mais sinceros parabéns pelo que {representas}, e meu mais sinceros parabéns pela valentia de ter-se't outorgado o prémio.

* Professor