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Nos jogamos muito

 

Miguel Fdez-Palacios Gordon
07/11/2019

A abstenção {aúpa} a direita ao poder/conseguir, que {afila} {colmillos} para continuar demolindo o Estado de bem-estar, descendo impostos a ricos e privatizando saúde, educação e pensões. Seu projeto de futuro para uns poucos privilegiados, será o inferno de muitos. Uns dados: quando em Comunidades governadas pela direita, de cada 100 salas de aula abrindo, 23 são públicas e 77 concertadas –colégios privadas subsidiadas com nosso dinheiro–, se esvaziam os cofres do Estado; quando uma praça/vaga de hospital concertado subida até seis vezes mais que uma pública, se está desviando aos ricos o dinheiro de todos; quando se diz que {contratemos} planos de pensões –a saber se se receberão porque poderiam desvalorizar-se ou quebrar–, se está privatizando. O disse José Luis Sampedro: «Há dois tipos de economistas: os que trabalham para fazer mais ricos aos ricos e os que trabalhamos/trabalhámos para fazer menos pobres aos pobres». Julguem vocês e votem: dinheiro de todos para todos ou para uns poucos. Público ou privado.

FALSA SUPERIODIDADE

Estigmatização

Alejandro Prieto

Gijón

El cidadão {Brian} é convocado ao objeto de presidir a uma das mesas de voto instaladas em {Moreno}, cidade onde reside localizada na província de Buenos Aires. No decurso da jornada eleitoral para escolher ao presidente argentino, alguém lhe tira uma foto e a {vuelca} numa rede social baixo/sob/debaixo de uma mensagem que lhe apelida de «chouriço» advertindo que se ponha cuidado com o telemóvel no momento de facilitar a documentação e depositar o voto na urna. Ao que parece, a boné de pala e a roupa desportiva que vestia foram indícios suficientes para estigmatizá-lo, os preconceitos atuaram como um mola difamando publicamente a um jovem do qual não se sabia nada. E sim, {Brian} vive numa zona humilde, com quatorze anos deixa os estudos porque a precária situação familiar assim o requeria e, desde então, sobrevive num ambiente com escassas oportunidades sem apropriar-se do alheio, com pouca roupa no armário mas, se calhar, com mais qualidade humana que a mostrada por aqueles que se dedicam a vilipendiar desde o desconhecimento e a falsa superiodidade moral.

A MUDANÇA HORÁRIO

Efeitos prejudiciais

Juan Ramón Viedma

Cáceres

Cambiar la hora perjudica nuestro día a día. Dá igual o sentido das agulhas que lhe dêmos ao relógio, as horas de sol são as que são e não podemos prolongar-les. O que devemos exigir é adiantar os horários laborais, como na Suécia, onde se reduziu a jornada laboral a seis horas. Seria muito razoável que em determinadas zonas de Espanha tivessem horários diferentes a outras partes do país. Por exemplo, sair do trabalho às cinco em inverno e às seis em verão, ou entrar na escola uma hora mais tarde em inverno, embora não acredito/acho que os interesses económicos permitissem aplicá-lo.

MÉXICO

Turismo e Dia de Mortos

{Zazil} {Aurora} {Perales}

{Viladecans}

Me {enorgullece} que se fale duma bonita tradição de meu país, o Dia de Mortos, na qual se desfila disfarçado, se comem manjares, se dança, se canta, se faz ludibria da morte, realizam-se originalíssimos altares... É tão singular que muitos turistas visitam México estes dias não só/sozinho para viver esta festa mas para fazer parte dela e {recordar} a seus mortos duma maneira agradável, diferente e inolvidável.

ELEIÇÃO DO 10n

Faltam mulheres

{Marlena} Cuenca

Valência

A imagem do debate é a de cinco homens que nos levaram a umas novas eleições e parece que nos {abocan} a um novo bloqueio. Falta generosidade, empatia e sensibilidade para chegar a acordos. Temos de saber ceder, temos de ser humilde e deixar o ego fuera das negociações. Em definitiva, necessitamos {feminizar} a política. Faltam mulheres, que as há, e muito boas, que passem à primeira linha como líderes na política espanhola.