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Ferramentas para poder/conseguir opinar

 

Andrea Mercé Navarro
07/05/2020

O 3 de Maio de 1993 se proclamava pela primeira vez o Dia Mundial da Liberdade da Imprensa. Em apenas uns anos o mundo mudou muito: internet encontrou um vazio na maioria dos lares espanhóis, as tecnologias telemóveis nos permitem estar conetados e informados a todo o momento, as notícias falsas enchem os resultados dos buscadores e passámos do local ao global. Mas a imprensa livre continua a ser tão necessária como o era o século passado, certamente mais. Estamos imersos numa crise sanitária que nos tem posto a todos contra as cordas. Dia-a-dia as pessoas sai a suas varandas e aplaude aos sanitários, aos trabalhadores do supermercado, à polícia. ¿Quem se acorda dos jornalistas? Temos as últimas novidades sobre/em relação a o avanço da doença disponíveis ao minuto, os vídeos das conferências de imprensa, a informação sobre/em relação a as últimas remodelações do {BOE}. Sabemos o que necessitamos saber porque existem jornalistas comprometidos com o seu trabalho, que se deixam a pele para informar-nos, mas, ¿quem lhes dá as obrigado/obrigada?, Eu lhes dou as graças a esses informadores, a esses profissionais que apesar da precariedade e às pressões que atravessa o sector se arriscam, {rebuscan}, passam noites em vela. E tudo para garantir nosso direito a estar informados. Lhes dou as obrigado/obrigada e me sumo a eles para reivindicar a necessidade de um jornalismo livre, independente, veraz, plural e comprometido com a sociedade. Lhes dou as obrigado/obrigada por fomentar a reflexão e contribuir a nossa maioria de idade: por dar-nos as ferramentas para opinar e decidir qual é o mundo que queremos.

CRISE DO CORONAVIRUS

Los sanitários já nos alertaram

María Olga Santisteban

Zalla (Vizcaya). Dona de casa

É um dos nossos bens mais prezados e temos o dever quase sagrado de usufruir plenamente dela. Falo da saúde e a obrigação de cuidá-la e tentá-la cuidá-la ao máximo. Mas também falo dos responsáveis (governos, autoridades sanitárias), que têm igualmente o dever de velar que assim seja.

É necessário {recordar}, para aqueles que queiram refrescar a memória, os anos de privatizações e cortes que tem sofrido nossa saúde pública, que em maior/velho ou menor medida têm afetado -de forma encoberta ou com o maior/velho descaro e sem {sonrojarse}- à grande maioria das comunidades. Aí estão, o {repito} para os {desmemoriados}, as mobilizações e as manifestações que desde/a partir de todos os estamentos de trabalhadores da saúde pública se têm vindo produzindo ao longo/comprido deste anos, pedindo umas condições e uns recursos acordes para garantir uma saúde digna e adequada para todos.

¿E que dizer da ciência? Uma grande aliada na hora de colaborar estreitamente com os profissionais da medicina, para investigar as melhores terapias possíveis e sempre com a vista posta em fazê-lo cada dia um pouco/bocado melhor. Embora a ciência é sempre ciência, {recordaremos} igualmente a importância mais que primordial de dotar à investigação pública do que também levam pedindo muitos anos: um financiamento de qualidade.

Assim, não nos {acordemos} do que nos falta quando mais o necessitamos, como em plena pandemia. Desde/a partir de aqui, um abraço mais que solidário para aquelas e aqueles que em primeira linha velam por nossa saúde.

Ordenados extraordinários

{Pol} {Amat}

Barcelona

Creo que dar ordenados extras à pessoas por fazer seu estreitamente, por muito valioso que seja, é uma grande injustiça tendo em conta que dezenas de milhares de pessoas se ficaram sem ingressar nem um euro pela mesma política do Governo. Portanto, teria que ajudar a todos os que se ficaram sem nada, que muitos deles foram enviados diretamente à ruína. Além disso, muitos dos premiados som funcionários ou trabalhadores públicos que já têm um monte de privilégios inimagináveis para muitos trabalhadores. Outra coisa diferente é ajudar aos trabalhadores das residências que eles sim têm umas condições muito precárias.