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Erros

 

FERNANDO Ayala Vicente
10/05/2020

É são em democracia que se ponham de relevo os erros quando os {hubiere}. Te serve para retificar e melhoria o rendimento da gestão. Do mesmo modo, deveria ser compreensivo, pelos que somente se preocupam de realizar críticas, ouvir a explicações do que se faz, como é obrigação, correto.

Não vale incendiar com os ataques e depois retroceder sem esperar a resposta. De facto, aos que vivem dentro da crítica até mimetizar-se com ela, não lhes vale, nem sequer, a {asunción} de responsabilidades ou a aceitação de que as coisas podem evoluir duma forma mais positiva.

O único que lhes interessa é denegrir. Somente faz falta ter um pouco/bocado de paciência e ouvir alguns debates parlamentares. Não vale a pena, nessa altura, perder o tempo, agora que tão necessária é a ação. É preferível dedicá-lo à defesa dos interesses gerais, que tanto/golo nos o estão demandando. Em lugar de atacar e atacar, defender e defender.

O papel do Governo é complicado: uns te pedem medidas e outros te rogam que não as faças. Por essa razão, como assinala em muitas ocasiões Guillermo Fernández Vara, «governar é gerir prioridades». Pôr-nos em mãos das gentes que sabem, não das que acreditam e acham. E precisamente, como diria o filósofo Emilio Lledó, a imagem diária que dá a cara sobre/em relação a o que se deve fazer e as motiva, o médico/ doutor Fernando Simón, não é um {inexperimentado}.

Por último, e dentro da estratégia da confusão e da utilização de determinados sectores por parte de pessoas interessadas em derruir o sistema, os psicólogos comentam que devemos manter a atenção e não esquecer-nos dos coletivos que mais estão a sofrer a pressão da crise e com os que nestes momento nos estamos capotando (sanitários, polícias, caixas e {reponedores} de supermercados, camionistas, professores...) já que à medida que passa o tempo poderia decair este sentimento de gratidão.

Acredito/acho que não faz falta esperar muito. Somente é preciso comprovar como foram tratados por alguns governos autonómicos os novos contratados para fazer frente à pandemia e veremos o apoio real até a necessidade de ter um sistema pública e um Estado forte que o apoie. Erros.

*Historiador e deputado do PSOE.