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Elogio às coligações

 

Miguel Fdez-Palacios Gordón
22/07/2019

A política é diálogo. Se um Governo o conformam dois ou mais partidos, como há diferentes sensibilidades, deverão moderar suas posturas para acordar e conseguir remodelações cabais –laboral, educação, pensões…– que, ao contar com maior apoio social, terão mais eficácia e vigência. Além disso, ao submeter as contas a um controlo plural se dificultará que enraize a corrupção.

Por viver alheias à realidade da rua, a miúdo em Espanha as maiorias absolutas foram {lesivas}. No passado, os asfixiantes rolos dum ou outro signo, se cobriram as costas para recortar direitos. Agora, ao carecer de votos suficientes, se impede a comissão destes atropelamentos.

Na União Europeia 16 dos 28 Estados estão governados por dois ou mais partidos –outros 6 o fazem em minoria com acordos–, e agora os espanhóis assim o demandam. Os Governos plurais têm mais vantagens que inconvenientes, forjam uma cidadania participativa e responsável e, definitivamente, os céus não caem sobre/em relação a eles.

INVESTIDURA

Honradez, seriedade e acordo/compromisso político

Alejandro Prieto

Oviedo

Contemplado com um olhar de inocência e equidade, a negociação em relação ao distribuição de pelouros, conselherias ou ministérios entre diferentes partidos políticos que pretendem selar uma aliança ou coalizão de governo deve, por um lado, sustentar-se numa plataforma de projetos cujo denominador comum seja o bem-estar geral; e por outro, estar guiada por critérios de racionalidade e proporcionalidade. ¿A que responde exigir a direção duma superfície de terreno político que despreza a relação de votos obtidos nas urnas? Não é fácil explicar, e muito menos entender, a teoria política onde se assinala que o valor 0,5 equivale a 3. A coisa não está para ambições nem disputas partidaristas alheias aos interesses duma cidadania que procura honradez, seriedade e acordo/compromisso político para não recuar ou ficar entupidos numa realidade com multiplas problemas sociais, mas para dar passos a favor da coesão e a prosperidade comum.

MEIO AMBIENTE

Fumar na praia

Jesús Sánchez

Albacete

En os meses mais concorridos do verão se deveria ir pensando em proibir (ou habilitar zonas específicas para isso) a costume de fumar em nossas praias. Faz uns dias {decidí} ir a usufruir de um bom banho no mar Mediterrâneo e na guarda-sol de ao lado tinha um casal de fumadores inveterados que quando terminavam um cigarro já acendiam o seguinte. O aroma do Ducados, juntamente com a brisa do mar, não era muito saudável que digamos. A próxima vez me o pensarei, pois a poluição não só/sozinho está nas grandes cidades, também nas praias.

SOCIEDADE

Desídia, má e práxis

{Emili} Rocha

Barcelona

Si às palavras desídia e práxis lhes {unimos} má, {concluimos} que a sociedade em geral está perdendo o sentido do afeição e a responsabilidade. A mudança social se está acelerando, cada dia há mais ricos e mais pobres, e a única obsessão é açambarcar dinheiro; a classe média já não existirá, terá quem produza riqueza e quem a {acapare}, mas não quem consuma.

Ninguém se dá conta, sua única obsessão é despedir aos trabalhadores e assinar contratos lixo. Se programam greves para datas em que as sofrem os cidadãos e não entendem que, no fim, os prejudicados serão os próprios executores destas. Nessa altura {descubres} que a desídia é a falta de interesse/juro em atender as necessidades quotidianas. ¿E a práxis? A aplicação prática do trabalho que {sabes} fazer unido à teoria. Si a isso lhe {añadimos} a palavra má, veremos que algo falha.