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{Draghi}, adeus ao salvador do euro

 

26/10/2019

{Whatever} {It} {takes}». O que seja necessário, para preservar o euro. Esta frase define o mandato e o legado de Mario Draghi à frente do Banco Central Europeu (BCE). Com esta frase pronunciada em 2012 deteve o ataque especulador sobre/em relação a o euro no mais crude da crise de dívida soberana. Com esta frase, Draghi converteu ao BCE numa entidade que velava pelos interesses europeus e não dos países membros com um objetivo: proteger a moeda comum dentro duma arquitetura institucional e de {gobernanza} que dista muito de estar o unificada que deveria estar. Quando a crise açoitou com força ao euro e os países da eurozona em suas diferentes re-encarnações, Draghi forçou os limites do mandato do BCE para desenvolver uma política monetária expansiva e convertê-lo em prestamista de último recurso. Para a história ficam decisões transcendentais como a descida de taxas de juro até valores negativos, a injeção massiva de liquidez na banca para voltar a lubrificar o mecanismo do crédito e a compra de dívida pública e privada por valor de 2,6 milhões. Não foi tarefa fácil para Draghi. Contou com a oposição/concurso público dos ortodoxos e defensores da austeridade a {ultranza}, que propugnavam uma política monetária limitada e que o têm combatido até sua última decisão, a reativação da compra de dívida a partir de Novembro diante da {ralentización} da economia. Deixa a sua sucessora, Christine Lagarde, um BCE dividido entre críticos e partidários de sua gestão. Mas também faz parte de seu legado uma instituição moderna e preparada para os {nubarrones} que ameaçam grave trovoada.