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A dor duma perda

 

Gemma Gómez
08/05/2019

Infelizmente, a vida não te prepara para sofrer uma perda. Lembrança as vezes que tenho tido a má fortuna de ver chorar a minha mãe por algum falecido e me vem à mente o muito que rezava por não chegar a sentir-me assim algum dia.

Te dizem que é bom falarlo, desabafar-te, escrever, chorar ou simplesmente estar em silêncio. Pessoalmente, acredito/acho que só/sozinho é questão de tempo. De saber acostumar-te a ele e de dar-lhe uma oportunidade. Porque, ao fim e ao cabo, o tempo é o único que não vai-se.

Aos poucos te {acabas} fazendo à ideia e {acabas} assumindo que temos de viver com ele. E, certamente, {volverás} a chorar e a gritar, mas vai a estar bem porque isso é o que nos faz humanos.

{Volverás} a reviver os momentos, mas esta vez com um pequeno sorriso e talvez um par de lágrimas. E assim, dia-a-dia até que {conviertas} essas lágrimas em cicatrizes que algum dia {mirarás} com nostalgia.

Por tudo isto, agradeço ao passo que não apague os lembranças, mas sim que os faça menos dolorosos.

O PSOE

Principio e ação

Miguel Fernández-Palacios

Gordon

Madrid

Pedro Sánchez no debe olvidar que la {S} y la {O} de sus siglas son de socialista y obrero. Outros, por ignorá-lo, levaram o seu partido a uma extenuante travessia do deserto. Baste {recordar} que em 1982, após a ditadura franquista e numa Espanha iludida que já não via risco em votar à esquerda, o PSOE alcançou o Governo com 202 deputados; mas empreendeu uma reconversão industrial e uma reforma laboral que lhe conduziu a obter 184 assentos parlamentares 4 anos mais tarde. A {farsa} da NATO, a reforma de pensões, as privatizações de empresas públicas, os {GAL} e as portas giratórias, lhe fez descer a 175 deputados em 1989. A corrupção e a Lei {Corcuera} lhe levou a 159 em 1993. Abrir a porta ao emprego temporal lhe fez perder o Governo em 1996 com 141 assentos parlamentares. No ano 2000, só/sozinho obteve 125.

Em 2004, as mentiras {conspiranoicas} do PP, lhe levantaram de novo ao Governo com 164 e nesta legislatura Zapatero fê-lo bem, escalando, em 2008, a 169; mas nessa altura reformou o mercado laboral e modificou o artigo 135 da Constituição acompanhado do PP, perdendo a presidência ao cair em 2011 a 110. Com o aparecimento em 2015 de novos partidos –Ciudadanos e Podemos– tirou 90 assentos parlamentares. Em 2016, após pactuar com Ciudadanos caiu a 85. E agora, a irrupção de um perigo real como é {Vox}, mobiliza à esquerda e lhe alta aos 123. ¿{Desoirá} Sánchez as pressões internas e a dos {lobbies} económicos que lhe urgem a pactuar com a direita? ¿Fará caso do que lhe reclamavam seus militantes a noite eleitoral nas portas de Ferraz? ¿Reconhecerá Sánchez que muitos votos lhe têm vindo de Podemos? ¿Aprenderá as lições que lhe brinda o passado para extrair consequências?

OS POLÍTICOS

Ribeiro, o que mais

José María Grandas

Madrid

Hay partidos de boa fé que {desloman} a seus militantes nas campanhas para conseguir votos. Outros, idealizadores ou temerários, se endividam legalmente para custeá-las.

Também não faltam, infelizmente, os que admitem dinheiro sujo fazendo promessas ilegais. Nem o que, num caso célebre, não tendo suficientes parlamentares, para não perder sua esperança, conseguiu dois trânsfugas do jogo/partido vencedor para obter um soado triunfo... de corrupção. Mesmo temos padecido o caso de quem, traindo suas promessas de limpeza e austeridade e hipotecando's com um banco separatista, pôde manter seu cargo graças a uma votação interna na qual o voto não era secreto.

Mas o cúmulo, o campeão do cinismo antidemocrático é o de quem tem falsificado as votações de seus militantes, para impor a seus candidatos. Assim passará a essa negra história Alberto Rivera.