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Consciencializa ecológica

 

JUAN Jiménez Parra
01/07/2019

Faz uns dias meu amigo Emilio González, artista plástico, me mostrou um interessante vídeo gravado na escola {Castra} {Caecilia} de Cáceres, no qual se via a uns meninos de seis anos protagonizando um {performance} de conotação ecológica muito proponente.

Pensem nuns meninos que aparecem num cenário transportando umas planteis/quadros redondas de cartão {coloreada} e as colocam sobre/em relação a o chão.

Em pouco/bocado tempo o chão se cheia de planteis/quadros de cartão, são gotas que representam um mar. Imediatamente aparecem outros meninos vestidos de negro que levam sacos cheios de objetos e recipientes de plástico, e as esvaziam sobre/em relação a as «gotas {marinas}», até que estas ficam cobertas totalmente pelo {cúmulo} de «lixo plástico». Posteriormente entram em cena vários meninos vestidos de branco e procedem a limpar, com ajuda de todos os meninos que intervêm no {performance}, o fictício mar, para que volte a seu estado natural. Toda a representação se acompanha de música conforme com o que vai acontecendo: vivificante-estridente-{triunfante}.

Este {performance} se representou o 5 de Junho passado, dia do Ambiente. O trago ao texto como exemplo de atividade ecológica que bem pode servir para consciencializar a meninos, e não tão meninos, a respeitar a natureza.

É evidente que o planeta Terra se deteriora por culpa da nossa incorrigível asneira. A excessiva poluição, a {deforestación}, a poluição dos mares e a extinção de espécies animais, o evidenciam.

O acordo/compromisso cidadão com o reciclagem vai crescendo ano após ano, mas o acordo/compromisso das empresas, sobretudo das multinacionais, é mínimo. O mar vai-se enchendo de plásticos e as empresas que os utilizam não fazem nada para evitá-lo.

Não investem um euro em procurar alternativas ao embalagem de plástico. Claro, que nesta luta neoliberal dos estados por ocupar um posto importante o ranking de potências económicas, a ver que governo impõe medidas ecológicas a suas empresas. Se calhar num futuro se consciencializem do problema e o façam, mas pode que para nessa altura já seja tarde.

* Pintor