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Cerrar de fileiras com a volta de Igrejas

 

28/03/2019

Após três meses afastado pela baixa {paternal}, Pablo Iglesias voltou à primeira linha política com um receção {coral} por parte de seus {lugartenientes} e um cerrar de fileiras diante da grave crise que sofre o jogo/partido. Iglesias tem falado dos «momentos difíceis» pelos que passa Podemos --só/sozinho fica ele dos cinco fundadores-- e faz autocrítica pelas brigas internas à procura de cargos, pelo funcionamento da organização como os velhos partidos e por «ter dececionado a muitas pessoas». Seu discurso recupera a {radicalidad} atenuada ultimamente, mas mostra a sua intenção de participar no próximo Governo com uma dura crítica a um eventual pacto entre o PSOE e Ciudadanos. Reitera sua política sobre/em relação a Catalunha pronunciando-se pelo direito a decidir e porque em Espanha não tenha «presos políticos», ao mesmo tempo que critica a {unilateralidad} independentista. Mas sua maior denúncia é a de que em Espanha há uma «democracia limitada» na qual 20 famílias, a banca, as multinacionais, os fundos abutre e os proprietários dos meios de comunicação mandam mais que o Parlamento e sugere que a crise de Podemos responde à decisão desses poderes ocultos de impedir que os Orçamentos pactuados com o PSOE pudessem aprovar-se. Uma {requisitoria} em toda a linha «contra os poderosos» para tentar reanimar o voto à esquerda do PSOE, que, segundo as sondagens, deixa a Podemos para ir-se aos socialistas.