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Algo que oferecer

 

Luis Cabaneiro Santomé
04/02/2020

T ira do carroça sem olhar atrás e {conseguirás} harmonia com o mundo e teu consciencializa em paz. Atirou e atirou durante anos até que, cansado já do caminho, , voltou a vista atrás e observou homens que atiravam de sua vida com um Mercedes ; atreveu-se a perguntar se conseguiam assim harmonia com o mundo e ter seu consciencializa em paz, um deles respondeu: se, sempre nos preocupou atirar da nossa vida com o orgulho de atirar também pela dos demais, fazê-lo com um Mercedes não era a finalidade mas um meio rápido de chegar a quantos mais melhor; compreendeu nessa altura que tudo na vida tem uma segunda versão, a que {tratas} de evitar por obrigar-te a refletir e a a que {aceptas} por comodidade ; não é melhor, mas sim mais nobre, dar um euro ao pobre por sentir acalmar sua fome que dois por conseguir acalmar teu consciencializa.

A vida decorre muito rápida entre obstáculos que te obrigam a mudar o rumo em teu caminho até o mar, mas {cambias} o rumo, {llegarás} carregado de pedras recolhidas no afã de chegar por chegar e {verás} nessa altura o mar grande e azul mas teu vida, pequena e cinzento, enquanto te perguntas, sem tempo já para retificar, mas tivesse sido mais nobre, parar a admirar, a partilhar, a recolher para não entregar, como oferenda de agradecimento a esse mar grande e azul, ambição e egoísmo nada mais.

Protestos

O campo extremenho

Juan Fernando Ramón Sánchez

Torremayor (Badajoz)

Esperemos que como bom forense, Guillermo Fernández Vara possa descobrir as causas da agonia do campo extremenho. Em honra à verdade leva muito tempo mostrando os estertores e as {livideces} que sempre acompanham à morte. A crónica duma morte anunciada pelo aumento dos custos, a progressiva descida do preço dos produtos, o endividamento dos agricultores e ao consequente abandono político ao que foi condenado o campo numa região eminentemente agrícola.

No passado verão na zona das Vegas Bajas estivemos mais {ahumados} que de costume, mas não foram os pousios, nesta ocasião foi a queima de árvores de frutos que tiveram ser arrancados diante da insustentabilidade de seu cultivo apesar do preço da fruta em destino. {Volvemos} ao cultivo do oliveira e ao cereal enquanto as terras nesse ciclo tão {puñetero} voltam a concentrar-se em poucas mãos.

O peixe grande se come ao pequeno. Nada novo baixo/sob/debaixo de o sol. No meio de tudo isso um aparelho político e uma burocracia gigante que discute até à {nausea} se são galgos ou podengos, criando assim conselherias ou comissões que estudarão se foi primeiro a galinha ou o ovo.

Os {mandibles} repartidos pela polícia nas portas de Feval a um grupo de agricultores que ousaram ser ouvidos por nossos cargos e cargas políticas nos recordaram esta situação mostrada da EPA que exibia um encefalograma plano que certificava a escassa vitalidade da Extremadura, se calhar originada principalmente por não fomentar a agricultura, não animar à indústria e não proteger ao comércio, pilares básicos do progresso e o desenvolvimento. Da educação, falamos outro dia.

política

Outro tropelia mais dos patriotas

Miguel Fernández-Palacios Gordon

Madrid

{De} nuevo los que usan la patria para atacar a quienes opinan diferente, saquearam uns fundos destinados a defender a Espanha do terrorismo ou o narcotráfico e os usaram para ir em contra da pátria de todos, procurando e destruindo provas da caixa B del Partido Popular –que por sua vez se encheu com o roubado ao Estado– que inculpassem a sua cúpula, em lugar de ajudar a revelar a verdade para voltar o roubado a todos os espanhóis e que pagassem os culpados. Mas para além de usar o dinheiro e a delinquentes, também se apropriaram de polícia honrada que acreditava estar investigando para a Audiencia Nacional. É o conhecido como ‘Operação {Kitchen}’. Estou farto destes patriotas que se lhes cheia a boca de hino e bandeira enquanto roubam a mãos cheias e favorecem tudo o que podem aos mais privilegiados.