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De acordo com a ministra {Celaá}

 

15/02/2020

Um tribunal/réu/julgado de {Palencia} tem ordenado prisão provisória do casal que -parece ser- atirou a seu filho recém-nascido a um rio quando a criatura ainda estava viva. Uma notícia arrepiante e inumano da que se fizeram eco todos os meios de comunicação. Quando lia esta notícia, me {acordé} das declarações da ministra {Celaá} –com as que estou totalmente de acordo-- quando recentemente afirmava que «não podemos pensar de nenhuma maneira que os filhos pertencem aos pais». Um filho é uma criatura que se pertence a sim mesmo, não é um escravo ao que se lhe possa violentar e eliminar. E também pensei que se uns pais não podem eliminar a um filho depois de/após nascer também não deveria poder/conseguir fazê-lo antes de nascer, pois é o mesmo ser vivo. Em Espanha à volta de cem mil meninos são eliminados cada ano. Uma decisão traumatizada e terrível para as mães que optam por eliminar à criatura que levam dentro. Perante esta {luctuosa} realidade --que pode ser provocada pela ignorância, o medo, a doença física ou mental, os embaraços económicos, e um longo/comprido etc.--, vejo claro que, em Espanha, os governantes e a sociedade em geral devemos ajudar a estas mães potenciais para que não se desfaçam do fruto de suas entranhas; seguro que é o último que desejam. Seria um verdadeiro progresso irlo conseguindo aos poucos.