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¿A quem pretendem enganar?

 

LARA Garlito
11/01/2019

Sem dúvida a semana esteve marcada pelo acordo de governo em Andaluzia, o Partido Popular, {Vox} e Ciudadanos se têm posto de acordo e para fazê-lo nos têm submetido a todos os espanhóis e espanholas ({especifico} porque os protagonistas eram os dirigentes em Madrid, aquele que se apresentará a investidura não achava, e seu vice-presidente também não) a uma {obrilla} teatral que se não fosse pela gravidade dos temas que se escreveram num documento estrambótico e regressivo me {atrevería} a qualificar como uma comédia de enredo, embora neste caso o final era esperado e evidente. Resulta que um jogo/partido negociou com outro o governo da Junta de Andalucía, para um umas conselherias para o outro, outras, um distribuição de toda a vida: tu presidente, eu vice-presidente. Ora bem, para isso necessitam que um terceiro lhes vote. O terceiro não se fala com o segundo, mas um e dois que governarão, terão que cumprir o que diz o três, se não, não saem os números, porque ganhar as eleições, não o fizeram. O um (Partido Popular) se tem erigido como o centro e distribuidor de juízo entre o dois (Ciudadanos) e o três ({Vox}). Um triângulo {equilátero} querem ser.

Os três juntos governarão Andalucía, em cima da mesa já estão seus acordos e propostas, ¡e que propostas!

Não sei a quem se aconteceu a ideia de tentar enganar-nos com maranhas, com ¡{uy}! Eu com esse não me falo, mas se me vota... ¿talvez os demais não sabemos contar? ¿Não sabemos o que é um acordo que temos de cumprir? Se governam pelo mesmo, serão o mesmo e não há mais. As {obrillas} com assuntos tão sérios resultam {doblemente} insultantes.

Enquanto alguns fazem teatro, outros trabalham com discrição e afinco como carateriza ao governo de Guillermo Fernández Vara em nossa região, com 40.000 desempregados menos, com 50.000 pessoas menos nas listas de espera em saúde. A semana que vem se debaterão na Asamblea de Extremadura os orçamentos da Comunidade Autónoma da Extremadura para o 2019, uns orçamentos que como se definiram em sua apresentação «estão pensados para ser o projeto de vida dos extremenhos e extremenhas», dedicados às classes médias, se incrementam em serviços sociais, em educação, em saúde. Nestes três anos se tem apostado em parte da Junta de Extremadura pela estabilidade, pela negociação e o diálogo, se negociou orçamentos com o Partido Popular e com Podemos, mas sobretudo pelo rigor e a seriedade. Extremadura e seu interesse/juro primou acima de tudo. Veremos a semana que vem quem vota que e a quem.

Hoy e sempre: nem um passo atrás.

* Filóloga e deputada do PSOE