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A cidade, que procura os teste massivos, prepara um plano de recuperação em fases

O presidente da Câmara Municipal de Plasencia mantém contactos constantes com todos os coletivos sociais

 

Presidente da Câmara Municipal. Fernando Pizarro em suas habituais videoconferências com coletivos da cidade. - EL PERIÓDICO

Varandas. Os de Plasencia homenageiam em suas varandas à Virgem do Porto. - EL PERIÓDICO

Redacción AA MONOGRÁFICOS
10/05/2020

Plasencia (40.000 habitantes) foi uma das cidades mais castigadas pelo coronavirus. Ter uma radiografia exata do impacto do {covid}-19 e dar início medidas socioeconómicas som atualmente as duas grandes linhas de atuação da Câmara Municipal de Plasencia. Seu presidente da Câmara Municipal, Fernando Pizarro, considera que se necessita com urgência saber exatamente sua situação sanitária por meio da realização de teste massivos à população, ao existir a possibilidade de estar contagiado e não apresentar sintomas. O outro dos frentes abertos é de índole socioeconómica e requer investimentos das administrações no tecido industrial e comercial para que se destrua o menor emprego possível. “Estas som dois grandes prioridades, mas não posso esquecer-me das pessoas mais vulneráveis, porque os que antes da pandemia eram vulneráveis agora o som muito mais”, explica Fernando Pizarro. O primeiro vereador de Plasencia não quer perder de vista o meio prazo e, para isso, trabalha na redação de um completo plano de recuperação. “Temos de começar com as ajudas já, mas se necessita duma perspectiva maior/velho, porque a situação pode prolongar-se. Não podemos fazê-lo tudo agora. Temos de sistematizar a recuperação da cidade”.

Fernando Pizarro esteve muito batido à realidade do município, em permanente contacto com os vizinhos/moradores e os empresários de Plasencia, através do telefone, por redes sociais ou por meio de videoconferências. Os presidentes das associações de empresários, de mulheres, de maiores/ancianidade, de deficientes, estiveram informados desde/a partir de o ‘minuto um’ de tudo o que acontecia na cidade. Plasencia conta com um tecido associativo muito ativo e desde/a partir de a câmara municipal se pensou que era a melhor maneira de conhecer o pulso da cidade e suas necessidades. Mesmo se iniciou uma campanha de contacto telefónico através das diferentes pelouros. Por exemplo, todas as semanas se chama um par de vezes a todos os que recebem ajuda a domicílio. Também se contacta com coletivos como o grupo de pessoas das piscinas de inverno, ou os jovens e raparigas das escolas de lazer, entre outros. Aos clubes desportivos, por exemplo, se lhes envia um ‘{wasap}’ para que o distribuam entre seus associados. “É ter comunicação permanente com 40.000 vizinhos/moradores. Não é fácil, mas te ajuda a ter uma ideia do que {acontece} na cidade e poder/conseguir também resolver situações concretas”.

Um coletivo especialmente vulnerável é o dos maiores/ancianidade que não podem sair de seus domicílios. Desde/a partir de a Câmara Municipal de Plasencia se atende a 350 pessoas através do serviço de ajuda a domicílio. Delas, 50 som “muito dependentes”. Também há vizinhos/moradores que optaram por receber/acolher ajuda de seus familiares. E, finalmente, tinha grupos que não queriam expor-se a sair. Para resolver esta situação a Câmara Municipal pôs-se em contacto com os presidentes das associações de vizinhos/moradores para que estruturassem a ajuda por meio de seus associados, conhecedores a fundo dos pormenores do bairro onde vivem.

Por outro lado, no âmbito económico, a Câmara Municipal de Plasencia tem desenhado um completo pacote de medidas. Em primeiro lugar, criou um fundo de 400.000 euros, dando de baixa verbas/partidas supérfluas e com poupanças próprias, que destinar-se-ão às Ajudas em Primeira Linha de Autónomos/trabalhadores independentes, Pequenas e Médias Empresas. Atualmente, estão a desenvolver as bases para concorrer às mesmas juntamente com as associações empresariais e de trabalhadores independentes.

O presidente da Câmara Municipal explica que se denomina Primeira Linha porque já se está a trabalhar numa segunda. Por isso, se tem solicitado à Diputación de Cáceres que exonere à Câmara Municipal do pagamento do serviço de bombeiros, que supõe 1,4 milhões de euros, bem como se pediu aos proprietários das {Huertas} da Ilha que façam uma retira dos interesses que paga a câmara municipal, que significam 1,1 milhões. A poupança de todos esses pagamentos vai-se a investir na Segunda Linha de Ajudas, que irão destinadas aos sectores mais afetados pela crise económica.

TAXAS E TRIBUTOS. Em matéria de taxas e tributos também a Câmara Municipal de Plasencia tem realizado importantes mudanças. Assim, neste ano não se receberão as taxas de terraços em todo o ano 2020. Isto significa importantes poupanças para os hoteleiros da praça/vaga e em geral de tudo o município. Uma mesa na praça/vaga paga uns 100 euros a cada ano por mesa e noutras localizações da cidade som 50 euros por mesa.

A taxa de lixo vai-se a {bonificar} aplicando o conceito/ponto de ‘local fechado’ com o custo mínimo estabelecido de 20 euros. Também se estuda aplicá-la a todos os negócios que, apesar de ter estado abertos, não produziram. Assim, por exemplo, um hotel que paga ao trimestre quase 600 euros de lixo, passará a pagar 20 euros.

Finalmente, também se tem eliminado a taxa de abertura ou transferência/trespasse/passagem de negócio, para animar aos empreendedores. Economicamente, todas as taxas anteriores supõem uns 400.000 euros anuais, que se somarão aos outros 400.000 previstos para os trabalhadores independentes.

Plasencia está segura a um plano de ajuste de 50 milhões de euros por causa de a dívida das {Huertas} da Ilha, pelo que necessita autorização da Agência Tributária para fazer determinadas modificações orçamentais. A intenção é fazer bonificações no imposto de veículos e o {IBI}. “A verdade é que os empresários preferem ajudas que estejam em relação com bonificações em impostos que ajudas diretas”, comenta Pizarro.

Por outro lado, os cidadãos fizeram honra ao título de “muito benéfica cidade de Plasencia”. Desde/a partir de o primeiro momento se criaram grupos de voluntários e alguns deles muito bem coordenados, como no caso da elaboração de batas e máscaras. Agora se especializam em que as máscaras cheguem aos coletivos mais vulneráveis da cidade.

Também muitas empresas e instituições puseram a disposição da Câmara Municipal suas naves e suas maquinarias para o que fora necessário. Outros realizaram serviços de desinfeção gratuitamente. Também o bispo de Plasencia ofereceu o seminário e Cáritas {sutre} de alimentos aos {sintecho} alojados no Berrocal. Polícias locais jubilados se {reincorporaron} a suas funções.

Os de Plasencia se caraterizam por assumir com responsabilidade todas as situações. O presidente da Câmara Municipal tem a esperança de que a crise, provocada por um facto/feito pontual, graças ao esforço de todos, possa ser superada com a ajuda de todos.