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A reforma tributária do PSOE sai adiante por seu maioria absoluta

A oposição/concurso público critica que se tenha votado de forma combina, ao ter posturas variáveis. {Yañez} diz que as medidas procuram uma cidade mais sustentável e novas empresas

 

Votação da reforma fiscal socialista, ontem, durante o plenário/pleno municipal. - EL PERIÓDICO

CARMEN HIDALGO
25/10/2019

Sem surpresas. A reforma fiscal proposta pelo governo local saiu ontem adiante no plenário/pleno graças à maioria absoluta socialista, apesar dos votos contra de PP, Unidas por Mérida e {Vox}, e a abstenção de Ciudadanos. O pacote de medidas tributárias, que entrará em vigor o 1 de Janeiro de 2020, contempla a diminui do Imposto de Construções, Instalações e Obras ({ICIO}) e o de rodagem de veículos; e a subida de taxas como a da zona azul, o transporte urbano, a água ou o lixo. A votação se fez de forma combina, algo que criticaram os grupos, já que alguns tinham posturas variáveis em função das medidas fiscais apresentadas.

«Queremos que nossa cidade seja mais sustentável, com mais mobilidade e que possamos ter a implantação de novas empresas», disse a porta-voz municipal, Carmen Yáñez, quem por sua vez defendeu a supressão da taxa de ajuda a domicílio, que beneficiará a mais de 400 famílias. Para o {ICIO}, se estabelece uma bonificação do 90% para obras de acessibilidade. Por seu lado, as construtivas que iniciem uma promoção de habitações de proteção oficial terão uma diminui do 50%, percentagem que se elevará até ao 95% em obras de eficiência energética.

A porta-voz do PP, Pilar Nogales, mostrou-se a favor de derrogar a taxa de ajuda a domicílio e das bonificações no {ICIO}, uma questão que levavam em seu programa eleitoral. Pelo contrário, o grupo rejeitou a subida de taxas, ao considerar que «afetam diretamente ao bolso dos emeritenses e vai a aumentar a pressão fiscal nos domicílios dos particulares». Nesta linha de promover a sustentabilidade ambiental, se {bonificará} num 75% para os carros elétricos e num 60% para os híbridos e os de combustão que emitam menos de 100 gramas de CO2 por quilómetro. Nogales salientou que «descida» de impostos não tinha «nenhuma», mas só/sozinho eram bonificações.

transporte urbano // No relativo ao transporte urbano, a grua municipal e zona azul, se aplicará uma atualização dos preços em função do IPC dos últimos cinco anos, que suporá uma subida do 4,2%. Yáñez defendeu que esta medida se deve acometer porque está recolhida no contrato que o PP assinou com {Vectalia} no 2013. O porta-voz de Unidas por Mérida, Álvaro Vázquez, disse estar a favor da atualização de preços, ao entender que é uma questão «lógica e razoável». O porta-voz de {Cs}, Andrés Humánez, perguntou ao governo local porquê não se têm aplicado antes estas atualizações se o recolhia o contrato, ao que Yáñez respondeu que se tem tido que esperar a que se modificasse o contrato, algo que se {fraguó} no ano passado.

Para as taxas de fornecimento e depuração de água, se contempla um incremento de 3,7 euros por mês num recibo meio duma família de quatro membros. A modificação da ordenança do lixo, se traduzirá num incremento de 0,76 euros mensais no recibo. O porta-voz de {Vox}, Ángel Pelayo Gordillo, apostou em subir a taxa às empresas que mais resíduos geram. No seu entender, com a reforma tributária socialista, «se submete aos cidadãos a uma subida fiscal acumulada de quatro anos». Por outro lado, cabe assinalar que os votos do PSOE permitiram aprovar uma proposição de Unidas para que a câmara municipal adote medidas de proteção ambiental.