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O mercado de {Calatrava} prevê abrir as suas portas para o verão de 2020

Será um espaço gastronómico que aglutinará hotelaria, lazer e restauração. As obras se iniciarão em Abril e o projeto permitirá a criação duns 200 empregos

 

Infografia de como ficará o mercado de {Calatrava} com os novos espaços de restauração, hotelaria e lazer. - {LARRY} {SMITH}

CARMEN HIDALGO
28/03/2019

Apresentação em sociedade do projeto do novo Mercado de {Abastos} de {Calatrava} ({MAC}), um espaço «inovador» que pretende ser ponto de encontro de emeritenses e visitantes. ‘{Fooding} {Spaces}’ será a marca que englobe este novo conceito/ponto de mercado, um projeto que levar a cabo a empresa {Larry} {Smith}, com um prazo de execução de 15 meses e um orçamento de três milhões de euros. O presidente da entidade, Juan José Martín, avançou ontem que as obras começarão em Abril, pelo que se as previsões cumprem-se, a ideia é que o mercado possa abrir as suas portas, após permanecer fechado desde Março do ano passado, no verão de 2020 para que esteja operacional/operativo face a essas Natal.

O novo mercado de {Calatrava} unirá ofertas no âmbito da restauração, o comércio, equipamento da pessoa, serviços e alimentação especializada de produtos extremenhos. Martín explicou que com este projeto se criarão uns 150 empregos diretos e entre 50 e 60 indiretos, e que contará com uns 50 módulos comerciais. O presidente destacou que o objetivo desta iniciativa é contribuir a aumentar as visitas a Mérida e dar-lhe aos emeritenses um novo lugar de lazer e de comércio de alimentação. Também sublinhou que a resposta do comércio local tem «superado as expectativas».

«O mercado de {Calatrava} é um prédio que toda a gente conhece e queremos dar-lhe esse componente vanguardista, que em todas as cidades se lhe está a dar à transformação destes espaços, para que sejam de lazer e restauração», manifestou o diretor comercial, Pedro de la Rosa. Também, agradeceu a boa resposta do comércio emeritense e afirmou que se acolherá aos comerciantes tradicionais que já ocupavam o mercado.

Por seu lado, o presidente da Câmara Municipal da cidade, Antonio Rodríguez Osuna, sublinhou que esta iniciativa supõe «uma oportunidade», já que aumentará o número de licenças de comércio e, em geral das atividades económicas.

O projeto se desenvolverá numa superfície de 3.300 metros quadrados e 500 de terraços com uma planta cave para armazéns e câmaras, outra semicave que será um espaço gastronómico, outra baixa de comércio e de terraço exterior, uma primeira para o mercado tradicional e uma segunda para a restauração clássica. Também, terá uma planta coberta que será uma zona multifuncional na qual se desenvolverão atividades como a promoção e degustação de produtos, infantis, de terraço-restaurante e de lazer.