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Me devora a impaciência

 

RAFAEL Angulo
01/07/2019

Apenas tem terminado a liga com suas promoções, descidas, {amaños}, {Qatar} baixo/sob/debaixo de suspeita e, no entanto, a mim me devora a impaciência, até tal ponto que mesmo tenho dado uma vista de olhos algum jogo/partido de futebol feminino (de mulheres para entender-nos) dando'm conta que nunca conseguirão sequer chegar ao futebol clássico, tradicional (de homens para entender-nos). Isto de querer impor uma forma de olhar o desporto, o mundo, a vida, tem um ar de coisa artificial e, o que não é natural não prospera, por muito que se ponham.

A mim, me devora a impaciência e mais desde que não me inteiro fazia onde vai meu plantel/elenco. Verão: não conheço ao {Sr}. Francisco Puertas, novo presidente do Mérida. Nisso {coincido} com a imensa maioria dos adeptos emeritenses embora, não por isso, este dado tem porquê ser negativo pois já o diz a máxima evangélica: «Por seus frutos os {conoceréis}». Ou seja, que esperemos e não lhe ponhamos a proa tão rápido. Postos a citar os evangelhos algum me dirá. «Não {juzgues} e não {serás} tribunal/réu/julgado», mas nessa altura só/sozinho poderia falar com {Pelín} e depende de que assuntos. Para que tenha frutos (futebolísticos) antes temos de semear, cuidar, pagar, regar e recolher depois. E sorte, muita sorte. Até agora se tem reimplantando o que tinha com veteranice, renovações do que era uma boa plantel/quadro de Terceira ({repito}: Terceira), mas suponho que não está o clube como para ambições mais elevadas, porque essas aspirações custam dinheiro e não sei se o {Sr}. Puertas estará à altura de Dani Martín graças ao qual (e a seu primo Pepe) temos tido futebol em Mérida os últimos oito anos. (¡Graças, Dani!)

E também não se lhe pode exigir. A mim, sempre me têm gostado equipas com futebolistas comprometidos, não só/sozinho bem pagos, que lutem mesmo acima de sua qualidade e, nisto, não temos tido sorte no Mérida onde alguns malandros ({Golobart}, Checa...) deram amostras de seu falta de profissionalismo e honradez (assim nos foi). A mim gostaria um Mérida com coração, individual e coletivo, unido e motivado. Algo difícil de conseguir mas necessário para manter-se. Coração não é só/sozinho gestão de válvulas mas ilusão/motivação por conseguir vitórias, conquistas, objetivos. Sem coração não se ganham partidos e com ele mesmo as derrotas se compreendem. Isto é simples e belo. Como o futebol que é belo porque é simples.

Os adeptos sentimos e acreditamos, só/sozinho necessitamos argumentos sobre/em relação a o campo convencidos da importância de sentir acima mesmo de projetos técnicos. Vamos ver se por fim {conseguimos} jogadores com coração que corram, saltem e lutem até ao minuto 90. Que o que façam no campo tenha um sentido épico. E algo terá que influir o novo presidente nisto. Não conheço ao {Sr}. Puertas mas lhe desejo sorte (que redundará em nós). E isso que a mim, e a Jorge, nos devora a impaciência por voltar e cantar «Mérida te quero, te {vengo} a ver...»