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O conservatório pede à Junta incluir em a sua oferta percussão e contrabaixo/sob/debaixo de

O diretor confia em que a descida de taxas até um 70% aumente os registos automóveis. Da Peña diz que uma resposta positiva «seria um êxito», mas temos de esperar a Julho

 

CARMEN HIDALGO
08/05/2019

Incorporar dois novas especialidades. Este é o objetivo do conservatório de música {Esteban} Sánchez face ao curso que vem e, por isso, desde o centro se tem solicitado formalmente ao governo regional que atenda sua petição/pedido de incluir em a sua oferta contrabaixo/sob/debaixo de e percussão, para o que seria necessário também a contratação de dois professores a média/meia jornada. Assim o indica a este diário/jornal o diretor do conservatório, José Ignacio de la Peña, quem considera que «seria um êxito» poder/conseguir oferecer estes dois instrumentos, embora terá que esperar até ao mês de Julho para conhecer a decisão final da Secretaria-geral de Educação. Da Peña sustenta que contrabaixo/sob/debaixo de é «se calhar uma especialidade menos conhecida», mas confia em que percussão «pode ser muito atraente/atrativo» para aqueles que começam.

No passado 1 de Janeiro entrou em vigor o convénio para o transferência/trespasse/passagem por parte da Câmara Municipal à Junta dos meios pessoais, económicos e materiais do conservatório, que passou a integrar-se na rede de centros docentes públicos não universitários do governo regional. Este acordo implica uma importante redução no preço das taxas de até ao 70%, ao aplicar-se agora as mesmas que no resto dos conservatórios da Junta.

Cabe assinalar que até ao próximo 21 de Maio está aberto o prazo de apresentação de pedidos/solicitações para as ensinamentos elementares e profissionais no {conservario} para o curso 2019/20. Em relação a como se desenvolverá o processo de registo automóvel, Da Peña reconhece que têm «grandes expectativas», ao considerar que a diminuição do preço para cursar os estudos no centro pode aumentar as {matriculas}. «Estudar no conservatório agora vai ser muito mais acessível», sustenta o diretor.

O centro de formação musical conta na atualidade com 11 especialidades instrumentais e o pessoal está composta por 24 profissionais. A evolução no número de alunos, segundo Da Peña, foi positiva desde os últimos quatros anos, quando por nessa altura se contabilizavam 220 alunos e agora somam 240.

«O transferência/trespasse/passagem à Junta {amplifica} todos os recursos que temos e possibilitará que {crezcamos}. Vai-se a notar a mudança, tanto/golo pelas taxas como no funcionamento do centro», sublinha Da Peña, que destaca a «normalidade» com a que se está a desenvolver a transferência de competências. O convénio regula a colaboração das duas administrações para o financiamento da despesa do pessoal docente durante dez anos, para que seja assumido progressivamente pela Junta.