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A Câmara Municipal «modernizará» o quadro legal sobre/em relação a ambiente

{Yáñez} assinala que os processos se devem adotar de maneira transversal. Recebeu um relatório/informe do Tribunal de Contas que lhe insta a tomar medidas

 

Vista aérea da ponte Lusitânia. - EL PERIÓDICO

LYDIA SÁNCHEZ
22/08/2019

Regular/orientar os processos já realizadas e ser feito algumas mais. Esse é o objetivo que a câmara municipal da capital autonómica se tem marcado após ter recebido no passado mês de Julho um relatório/informe do Tribunal de Contas relativo a diferentes matérias ambientais como poluição {lumínica}, acústica e atmosférica ou recolhidas de resíduos, entre outras. Uma das propostas incluídas neste relatório/informe trata sobre/em relação a a qualidade do ar e a necessidade que têm estes câmaras municipais de aprovar uma ordenança que regule este fator poluente.

O documento faz uma série de recomendações a câmaras municipais de povoações de mais de 10.000 habitantes, entre os que também encontram-se os de Badajoz e Plasencia, e se levou a cabo graças à informação proporcionada, precisamente, pelas próprias corporações municipais.

Carmen Yáñez, porta-voz do governo municipal, declarou ontem em conferência de imprensa que muitas das medidas que este tribunal exige já foram realizadas durante o passado mandato. «São medidas absolutamente normais que temos de tomar de maneira transversal e são questões sobre/em relação a as que já estava sensibilizado a Câmara Municipal na anterior legislatura», assegurou Yáñez.

Um claro exemplo encontra-se no ponte/feriado Lusitânia, onde ontem mesmo finalizaram os trabalhos de renovação das lâmpadas com o fim de reduzir seu consumo e poluição {lumínica}. A instalação de relva artificial nalguns parques infantis da cidade é outra das atuações realizadas recentemente e que vão em linha com o objetivo de reduzir a poluição, já que este material não implica um consumo de água e tem uma limpeza mais económica.

No entanto, e segundo afirma a própria porta-voz, não se têm modificado substancialmente as ordenanças de Ambiente e a de Proteção face à poluição acústica, pelo que se está procedendo à constituição de mesas técnicas e de trabalho para regular/orientar ditas atuações. Yáñez apontou que «estas ordenanças estão em vigor e se estão cumprindo, mas temos de modernizá-las e ser mais ambiciosos».

É que o governo local não se conformará só/sozinho com adotar as propostas formuladas pelo organismo económico e com dotar às medidas já realizadas de um quadro legal mais consistente, mas pretendem abranger muitas mais questões como igualdade de género ou acessibilidade e acabar sendo «um referente» em todas elas.