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{Venegas} analisa o Não-{Do} como um documento histórico da farmácia

Afirma que o noticiário soube aproveitar os avanços sanitários

 

Intervención de Venegas, no ato celebrado no passado quinta-feira. - EL PERIÓDICO

EFE BADAJOZ
15/02/2020

O presidente do Colégio de Farmacêuticos de Badajoz, {Cecilio} Venegas, tem analisado «o Não-{Do} como instrumento documentário de história da farmácia em Espanha», um Não-{Do} que também soube aproveitar os avanços sanitários e farmacêuticos como propaganda. Venegas, que tomou posse na quinta-feira passada como académico da Real Academia Nacional de Farmácia, explica que sua investigação sobre/em relação a este período é fruto de «muitas horas» na Cinemateca Nacional.

Segundo o presidente do Colégio de Farmacêuticos de Badajoz, o único extremenho entre os 50 académicos da Real Academia, os conquistas terapêuticas espanholas que se apresentavam no Não-{Do} eram e são agora uma fonte de informação muito importante, mas também eram utilizados como propaganda. O «rumo político» não faltava portanto nas informações que se davam sobre/em relação a os avanços farmacêuticos e do resto de áreas sanitárias.

A luta contra a tuberculose, muito prevalente depois da Guerra Civil, os avanços contra a poliomielite, doença à que se venceu graças às campanhas de vacinação, ou a irrupção dos antibióticos nos programas terapêuticos foram alguns destes conquistas {acercados} à população. Venegas destaca que Extremadura possa estar representada em instituições deste tipo, pois a comunidade tem «um grande talento, que merece estar nos grandes cenários nacionais». «Extremadura tem tido poucos ministros, como de igual forma não tem tido muitos académicos, e se deve tentar que essa tendência mude», afirma. Académicos e representantes do mundo universitário e das administrações, como o conselheiro de Saúde, José María Vergeles, assistiram ao ato.