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Vara situa a formação do talento como um repto/objetivo de futuro na região

Destaca que, face às licenciaturas, agora se demandam habilidades

 

EFE
26/10/2019

O presidente da Junta de Extremadura, Guillermo Fernández Vara, assegura que o repto/objetivo do futuro está na formação do talento e do capital humano para que as empresas, que são cada vez mais inovadoras e tecnológicas, possam prosperar e com elas o país. No encerramento do primeiro Fórum Industrial Extremenho que se celebrou esta sexta-feira em Badajoz, o chefe do Executivo afirmou que se produziu uma mudança «enorme» na sociedade, com empregos novos e empresas que reclamam pessoal qualificado.

Neste sentido, salientou que temos de multiplicar a oferta de formação profissional porque isso facilitará a instalação de mais indústrias e o crescimento das já existentes.

Vara mostrou também sua satisfação por que em Bruxelas já se fale de inovação e {digitalización} e considerou que a aposta das empresas extremenhas por estas deve ser o caminho a seguir/continuar. Assim, destacou a {conectividad} entre as cidades e os povos/povoações, na qual Extremadura está casal/par com o resto de comunidades, e instou a melhorar sua utilização para vender.

«Temos que reinventar quase todos os modelos porque isto tem afetado a toda a gente, mesmo para orientar a Universidad de Extremadura», acrescentou.

capacidades/ No seu entender, as novas licenciaturas são «irrelevantes» e temos de fazer fincapé nas «novas capacidades e habilidades». Tudo isso, acrescentou, num cenário mundial com dois atores claros, China e Estados Unidos, e «a velha Europa que mira de esguelha e só/sozinho é um figurante no tabuleiro». Por isso, acredita que temos de renunciar aos nacionalismos e fortalecer a coesão interna porque só/sozinho com a política agrária e a moeda comum não funcionará.

Vara também, referiu-se à situação política do país ao reiterar que o valor que mais estima é o da estabilidade. «Temos de dizer-lhe à classe política que o dia 10 é o último prazo para formar Governo ou será uma geração frustrada», manifestou.

Em relação à economia, assinalou que Extremadura não tem um problema de fiscalidade mas de rendimentos, que a média de salários e pensões está muito abaixo da nacional, algo que não se resolve com remodelações fiscais.