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UPA volta a pedir «preços justos» para os {fruticultores}

 

EFE MÉRIDA
24/10/2019

A organização agrária UPA-{UCE} reclamou ontem «preços justos» para os produtores de fruta, pois o sector «não pode construir seu êxito sobre/em relação a a base da ruína dos agricultores». Coincidindo com a celebração da feira {Fruit} {Attraction} em Madrid, na qual se fecham milhares de operações comerciais de compra e venda de fruta, UPA-{UCE} lamenta que os produtores vivam uma situação de «asfixia», pois são a base do sistema mas representam «o elo mais débil e menos respeitado».

Neste exercício, os {fruticultores} arrastam preços muito inferiores à média/meia das últimas cinco campanhas, com perdas de 0,20-0,35 euros/{kg} abaixo dos custos de produção. Por exemplo, o preço em origem do pêssego é um 17% inferior à média/meia das últimas cinco campanhas, um 18% inferior para o alperce e um 15% inferior para a cereja. Em relação à ameixa, a campanha arrancou com preços um 21% abaixo da média/meia.

Como consequência, «muitos agricultores se têm visto obrigados a deixar uma parte importante da produção no campo porque as centrais hortofrutícolas se negavam a recolhê-la aproveitando-se de que não tinham contratos com os produtores», segundo explica a organização.