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UPA exige «valentia» para que os preços agrários sejam justos

Pede ao Governo modificar a Lei da Cadeia Alimentar

 

Dirigentes de UPA-{UCE} durante a apresentação do balanço agropecuário de 2018. - EL PERIÓDICO

REDACCIÓN CÁCERES
04/01/2019

Os secretários-gerais de UPA e de UPA-{UCE} da Extremadura, Lorenzo Ramos e Ignacio Huertas, respetivamente, denunciaram ontem os preços «{ruinosos}» que pagam os {intermediarios} e as grandes superfícies por seus produtos, e exigiram que a UE regule o problema e que o Governo «seja valente» para enfrentá-lo. Assim o asseguraram em Mérida, no decurso duma conferência de imprensa na qual apresentaram o balanço agropecuário de UPA-{UCE} da Extremadura de 2018 e os reptos/objetivos para 2019.

Lorenzo Ramos explicou que a situação dos preços que percebem/recebem os agricultores e pecuários da Extremadura é «muito similar» aos do resto do país, «de miséria» por causa de «a especulação» dos {intermediarios}, das indústrias transformadoras e das grandes superfícies.

Perante isto, continuou, a UE «se tem que pôr as pilhas» para que tenha «um Orçamento forte» e que a futura Política Agrária Comunitária (PAC) defenda aos agricultores e pecuários profissionais.

Ramos pediu a modificação da Lei da Cadeia Alimentar para que tenha uma situação de igualdade entre os produtores, as indústrias, os {intermediarios} e as grandes superfícies comerciais, perante o que, reiterou, o Governo central deve ser «mais valente» para fazer frente à situação dos baixos preços dos produtos agrários.

«Estamos em mãos dos especuladores» e «temos de lutar contra os baixos preços», assegurou Ramos, ao que acrescentou que «a UE tem que proteger a seus agricultores e pecuários», e que agora não tem «mecanismos» para fazê-lo e, além disso, tem que fazer frente aos efeitos do «{brexit}».

Por seu lado, Ignacio Huertas salientou que o ano agrário foi «muito complicado» por fenómenos meteorológicos adversos como «a seca terrível» resignada/sofrida desde 2017 e, logo, as chuvas «terríveis», o granizo, o granizo e o frio.

Isto fez, por exemplo, que se tenha perdido até ao 60% da colhe de frutas como a ameixa, e que também tenha tido diminuições notáveis em colheitas como as do tomate, o milho, o olival e a apicultura Também, salientou que embora Agroseguro tem pagado uns 70 milhões de euros às vítimas, as perdas económicas foram superiores, «muito graves», uns 100 milhões.

Não obstante, coincidiu com Lorenzo Ramos em que o principal problema são os preços «{ruinosos}» que percebem/recebem os produtores e o {costo} das matérias-primas, a maquinaria e outros «{insumos}».