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Uma nova comissão desenhará a estratégia regional face ao desafio demográfico

Extremadura poderia perder um 7% de seus habitantes nos próximos 15 anos. Deverá reunir-se pelo menos uma vez cada trimestre e apresentar um relatório/informe anual

 

Maiores/ancianidade transitam por um parque, numa imagem de arquivo. - EL PERIÓDICO

G. M.
11/10/2019

Que todas as políticas públicas tenham em conta o problema demográfico da Extremadura. Este é um dos objetivos de um novo órgão, a Comissão Interdepartamental de População, que vai a dar início a Junta de Extremadura e que será a encarregada de elaborar uma estratégia regional face ao desafio demográfico e territorial.

Estará inscrita à Conselheria de Agricultura, Desenvolvimento Rural, População e Território e formada por pessoal de cada uma das conselherias da administração. Assim consta no rascunho/esboço/minuta do decreto de criação desta comissão exposto durante os próximos 15 dias a informação pública no Portal de Transparência para que qualquer pessoa interessada possa examinar o documento e apresentar as alegações ou sugestões oportunas.

«A Junta tem assumido o acordo/compromisso responsável de incluir em sua agenda pública a variável demográfica e territorial, através de iniciativas transversais que, com a inevitável colaboração doutras administrações e instituições, reverta dito mudança demográfico e territorial com suas consequências económicas e sociais», expõe o documento. Segundo o texto, esta comissão de população deverá reunir-se, pelo menos, uma vez por trimestre «e sempre que os assuntos a tratar o façam conveniente ou necessário». {Asismimo}, entre suas funções, para além da criação de dita estratégia regional e coordenar as políticas da Junta neste sentido, a nova comissão deverá dictaminar/enviar um relatório/informe anual no qual se inclua uma análise das medidas adotadas no desenvolvimento da estratégia regional.

Entre os desafios estão a queda/redução da natalidade perto de um 30% na última década, o aumento da taxa de envelhecimento (atualmente de 140 maiores/ancianidade de 65 anos por cada 100 menores de 16 anos) e uma descida da população em geral, especialmente nas zonas rurais, próximo a 7% nos próximos 15 anos se se mantém a tendência atual.