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O Terceiro Sector pede marcar a {casilla} de interesse/juro social do IRPF

No passado ano se realizaram ações sociais por valor de sete milhões de {€}. Desta forma se pode destinar a organizações sociais um 0,7%

 

Representantes de vários coletivos sociais da Plataforma do Terceiro Sector da Extremadura, ontem em Plasencia. - TONI GUDIEL

AGENCIAS
09/05/2019

La Plataforma del {Tercer} {Sector} de Extremadura llamó ayer la atención sobre la «importância» que tem marcar a {casilla} de «atividades de interesse/juro social» na declaração de IRPF para assim destinar um 0,7% a organizações sociais. Representantes de várias associações e coletivos sociais com implantação regional lançaram dois mensagens claras: marcar a {casilla} de fins sociais é compatível e complementar com destinar esse 0,7% à Igreja Católica e não se paga mais nem te de voltam menos por marcar a {casilla}. Desta forma, o representante de Cáritas Diocesana de Plasencia, Iván Torres, explicou que a atribuição fiscal do IRPF permite às pessoas contribuições escolher o destino duma pequena parte dos impostos que já lhe foram retidos durante o ano, concretamente, lhes permite destinar um 0,7% de sua quota integra do IRPF em finais sociais.

Neste sentido, fez finca-pé em que ao marcar a {casilla} de atividades de interesse/juro social a pessoa contribuição «ajuda a milhões de pessoas que verdadeiramente o necessitam» e indicou que os programas financiados em 2018 «mediante este simples gesto» foram dirigidos principalmente à infância, as famílias, juventude, maiores/ancianidade, deficientes e pessoas em situação de vulnerabilidade. Torres chamou a atenção perante o facto/feito de que marcar dita {casilla} não supõe nenhum donativo, mas está intimamente relacionado «com o estado social e com o estado do bem-estar social e com o direito democrático dos cidadãos de poder/conseguir decidir onde se emprega seu dinheiro».

Nesta ocasião a ofendida do terceiro sector extremenho no quadro da campanha ‘X Solidário’ vai dirigida a que ninguém deixe de marcar nenhuma {casilla} (no último exercício, o 30% dos contribuintes extremenhos deixaram em branco todas as {casillas}). De igual forma, o 25% dos contribuintes marcaram só/sozinho a {casilla} de interesse/juro social; o 14% unicamente a {casilla} da Igreja; e o 31% ambas. Torres sublinhou que a atribuição do 0,7% do IRPF de 2018 supõe que na Extremadura se possam ser feito ações sociais por valor de quase sete milhões.