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A subida impositiva encarecerá um cêntimo o litro de carburante

Até agora, em Castela e Leão se podia vender 4,8 cêntimos mais barato. A equiparação em todo o país beneficia às bombas de gasolina do norte de Cáceres

 

Um condutor {reposta} combustível numa estação de serviço. - EL PERIÓDICO

REDACCIÓN
04/01/2019

A entrada em vigor do novo imposto de hidrocarbonetos, o cêntimo sanitário, unificado agora em todo o país, suporá que os usuários paguem um cêntimo mais por cada litro de carburante na Extremadura. Pelo contrário, ao ser uma subida de 4,8 cêntimos em Castela e Leão, o incremento beneficiará às bombas de gasolina extremenhas, principalmente às cacerenhas.

O presidente da Associação de Estações de Serviço da Extremadura ({Aresex}), Fernando Mena, explicou ontem a EFE que a unificação deste tributo desde princípios de ano em todo o território nacional terá repercussão nos usuários extremenhos e, portanto, não é bem acolhido pelo sector regional.

Segundo precisou Mena, «se a ideia era unificar o imposto de hidrocarbonetos se poderia ter facto/feito em baixa e não localizá-lo no mais alto da forquilha», pois para Extremadura tem suposto passar dos 3,8 aos 4,8 cêntimos o litro de carburante.

No entanto, Castela e Leão, que não aplicava incremento autonómico, vê agora como o litro se encarece em 4,8 cêntimos, o que beneficiará às estações de serviço extremenhas, principalmente às localizadas na Autoestrada da Prata (A-66).

«As bombas de gasolina {castellanoleonesas} se têm beneficiado durante muito tempo de ter um imposto muito mais baixo pois muitos usuários {repostaban} em Salamanca por este motivo, o que já não se produzirá», manifestou. Por seu lado, o imposto de hidrocarbonetos aumenta 3,1 cêntimos por litro em Madrid, o que também poderia fazer que usuários com rumo ao oeste peninsular que enchiam o depósito na capital espanhola não efetuem já este ritual e {reposten} em Castela-A Mancha ou na Extremadura, embora Mena não acredita que neste caso vá a ter muita repercussão.

Por outro lado, o presidente de {Aresex} considerou que o aumento de um cêntimo na Extremadura não afetará de maneira especial em relação a Portugal, país que seguirá/continuará tendo o carburante muito mais caro.

Seja como {fuere}, Fernando Mena expressou que esta subida, como qualquer incremento sobre/em relação a um imposto, não é positiva para o sector autonómico pois repercute nos bolsos dos cidadãos.

Não é em vão, quem {reposte} 50 litros pagará meio euro mais, o que durante tudo um ano «suporá um custo acrescentado, sobretudo para aqueles que usam mais o carro».