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Sobe a 7,4 milhões o subsídio do IRPF social para associações

O Estado aprova um incremento do 9,5% para Extremadura. O dinheiro se investe em financiar projetos que lutam contra a exclusão social

 

Programa de atenção a mulheres a Cruz Vermelha. - EL PERIÓDICO

R. S. R. region@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
11/10/2019

Mais dinheiro para que as associações da Extremadura possam seguir/continuar desenvolvendo seus projetos sociais. O subsídio com cargo ao 0,7% do IRPF, a que sai da {casilla} ‘X Solidário’, será mais alta neste ano. Dos 6,7 milhões previstos para a região se passará aos 7,4 (um 9,5% mais de financiamento), o que permitirá chegar a um maior número de usuários. Assim se acordou ontem no plenário/pleno do Conselho Territorial de Serviços Sociais e Dependência, celebrado em Madrid.

À cita/marcação/encontro foi o vice-presidente segundo e conselheiro de Saúde e Serviços Sociais da Junta de Extremadura, José María Vergeles, quem recordou que seu Conselho de Governo já tinha aprovado a convocatória para estas ajudas por valor de 6,7 milhões de euros (a mesma quantidade/quantia que no exercício anterior), pelo que valorizou positivamente este incremento «graças à arrecadação do 0,7% no IRPF». «Desta maneira se poderão financiar mais projetos sociais de interesse/juro geral que vão diretamente às pessoas», apontou.

Os programas selecionados para receber/acolher ajuda económica deverão desenvolver-se na Extremadura e executar-se entre o 1 de Janeiro e o 31 de Dezembro de 2020. Terão de estabelecer como fim cobrir as necessidades específicas de intervenção social de pessoas em situação de pobreza ou exclusão social ou em especial vulnerabilidade. Deste modo, trata-se de associações que trabalham no campo da deficiência, as dependencias, as doenças degenerativas, os transtornos alimentares, a igualdade... Levam anos e inclusivamente décadas chegando a cantos da região onde são o único recurso. E vivem praticamente dessa subsídio do 0,7%.

Na convocatória de 2019 a quantia chegou a 52 das 166 entidades que apresentaram projetos (o 30%). Na de 2018 teve problemas porque a gestão desta ajuda social passou do Estado às comunidades, Extremadura estabeleceu seus próprios critérios de baremação e o resultado da distribuição foi muito criticado: só/sozinho o 20% das associações conseguiram aceder a uma quantia económica. Teve muitas que perderam um financiamento que levavam mais duma década recebendo e que era sua única fonte de rendimentos.

O PLANO DE ALZHEIMER / Além disso, o conselho territorial também aprovou ontem o Plano Nacional de Alzheimer 2019-2023, que «recolhe/expressa objetivos e medidas transversais para melhorar o diagnóstico da doença, a atenção às pessoas afetadas e aos familiares que os cuidam»

Vergeles recordou que na Extremadura há 15.000 pessoas diagnosticadas de Alzheimer, «mas além disso existe a suspeita de que em Espanha há um 40% de pessoas sem diagnosticar, com o que devemos melhorar nesse infradiagnóstico».