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Os sindicatos pedem cumprir o pacto da carreira profissional após o 26-M

CSIF, UGT, CCOO e {SGTEx} assinam com a Junta o acordo para o adubo/prestação/pagamento do nível 2. O complemento se reconhecerá de ofício e o receberão perto de 13.000 funcionários

 

A vicepresidenta junto aos representantes sindicais assinando o acordo para a carreira profissional, ontem. - EL PERIÓDICO

REDACCIÓN / EFE region@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
09/05/2019

Os sindicatos da função pública confiaram ontem em que o próximo governo autonómico que saia das urnas o 26-M cumpra os prazos relativos à carreira profissional, uma vez que se tem conseguido seu desbloqueo nesta legislatura, e inicie em 2020 a negociação para o adubo/prestação/pagamento do nível 3. É a mensagem que ontem lançaram CSIF, UGT, {COOO} e {SGTEx} após assinar com a vicepresidenta e conselheira de Finanças e Administração Pública, Pilar Blanco-Morales, o acordo relativo a este complemento salarial que afeta a uns 13.000 funcionários da Administração Geral. Um acordo que foi alcançado o passado Março e que, após receber/acolher o visto do Conselho de Governo na passada semana, {ayerfue} rubricado para dar lugar a sua publicação no Diário/jornal Oficial da Extremadura (DOE).

Segundo explicou a vicepresidenta, a partir de agora a Junta iniciará o procedimento para reconhecer de ofício o nível 2 aos empregados que cumpram os requisitos fixados. Receberão o 25% do complemento antes de que finalize o ano e já completo em 2020, com a diferença de que a partir do próximo exercício se pagará {prorrateado} mensalmente em lugar de num único adubo/prestação/pagamento como até agora.

Um ano depois, em 2021, e em função das projeções económicas e o cenário orçamental, os empregados públicos receberão «uma parte» do nível 3, segundo a Junta, que tem cifrado em 13.000 os empregados que já têm reconhecido o nível 1. Não se tem precisado também não os que poderão optar a 2 até que se finalize o processo para seu reconhecimento, dado que entre outros requisitos devem ter 12 anos de antiguidade na mesma categoria/escalão.

Na sua intervenção, Blanco-Morales afirmou que «o modelo de diálogo com os sindicatos tem {guiadoel} trabalho» e agradeceu aos representantes dos trabalhadores seu «esforço» para chegar ao consenso. Deste modo, {hresaltó}, se avança em «a reposição dos direitos que foram recortados» durante a crise e beneficia-se também aos serviços públicos, que são geridos pelos empregados públicos.

PASSO IMPORTANTE / Por seu lado, todos os representantes sindicais reconheceram que embora não se alcançaram todas suas procuras, sim se deu «um passo importante» com o desbloqueo da carreira profissional. A isso soma-se o incremento das retribuições dos empregados, o que vai a «dignificar» o seu trabalho, segundo afirmou o secretário de Ação Sindical de UGT, José Ignacio Luis Cansado. Em representação de CSIF, Miguel Díaz Prieto agradeceu à Administração «que tenha pegado o touro pelos cornos» para reconhecer este complemento e valorizou a possibilidade de que o próximo ano se possa começar a negociar o nível 3. Na mesma linha, Esther Ávila, de CCOO, afirmou que «estamos contentes e esperamos que em 2020 possamos retomar as negociações» para os dois níveis pendentes, o 3 e 4.

Mais além tem ido o secretário de Comunicação de {SGTEx}, Juan Agustín Trocolí, ao lamentar que a negociação «se tenha prolongado» e o acordo se tenha assinado às portas de umas eleições autonómicas, pelo que pediu ao próximo Executivo que saia das urnas que «respeite o acordo e o aplique em sua integridade e nos prazos marcados».