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O SES fará uma análise de sangue que evitará o 70% das {amniocentesis}

Saúde ultima um teste pré-natal não invasivo que poderá aplicar-se a todas as pacientes {gestantes}. Será uma prova de peneirado com fiabilidade do 99% que se realizará na semana 10 de gravidez

 

Amostras de análise de sangue num laboratório. - EL PERIÓDICO

ROCÍO SÁNCHEZ RODRÍGUEZ region@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
08/04/2019

Um simples análise de sangue com o que se poderá estudar o material genético fetal. Um teste chamado de ADN livre circulante que evitaria a maioria das técnicas invasivas (como a {amniocentesis} ou a {biopsia} {corial}) que se realizam atualmente no Servicio Extremeño de Salud (SES) às pacientes {gestantes}. Um peneirado que calcula o risco de {cromosomopatía} (alteração dos cromossomas de um indivíduo, um sinal que alerta, por exemplo, do síndrome de {Down}) com uma fiabilidade do 99% e que descartará diretamente outras provas. «A menos que o resultado seja positivo, que se detete um alto risco de apresentar essa {cromosomopatía}, nessa altura sim teria que recorrer a técnicas de diagnóstico como a {amniocentesis} para obter a confirmação», explicam desde a Conselheria de Saúde e Políticas Sociais da Junta. «Mas o grande avanço vai ser a redução das provas invasivas desnecessárias», acrescentam.

E dão as cifras chaves: «Após a recolhida de dados nas oito áreas sanitárias da Extremadura durante 2016 e 2017, a conclusão é que, uma vez implementado este teste pré-natal, o número de {amniocentesis} que se poderiam suprimir seria umas 100 anualmente».

Nomeadamente, se durante esse período se registaram 141 casos num ano, 106 teriam sido evitáveis e 35 não evitáveis. O que significa que o 71% se teriam decidido só/sozinho com esse nova análise de sangue da mãe, sem ter que passar pela citada {amniocentesis} (uma técnica que consiste na punção abdominal da matriz para extrair uma pequena quantidade/quantia do laje {amniótico} que rodeia o feto).

PRIMEIRO TRIMESTRE / O programa de peneirado do primeiro trimestre que existe atualmente (quando se valoriza a idade da {gestante}, as características do feto e os marcadores bioquímicos em sangue materna), que se aplica tanto/golo na medicina pública como na privada, gera uma percentagem de falsos positivos que obrigam à realização de provas {diagnósticas} invasivas (de novo, a {amniocentesis}). Grande parte delas não se teriam que fazer graças a este novo teste.

Este se estenderá a todas as pacientes {gestantes} do SES (independentemente da idade) a partir da semana 10 de gravidez, «porque anteriormente a fração de ADN fetal em sangue materna pode ser ainda baixa». Os resultados se obteriam num prazo de entre 4 e 10 dias.

¿Quando será uma realidade? Quando culmine o processo de licitação, que ainda não se iniciou. Mas o grupo de trabalho criado pelo SES já tem culminado seu parte.

Trata-se, e ao fim e ao cabo, dum dos grandes reptos/objetivos da medicina fetal: a deteção pré-natal de anomalias genéticas, capazes de gerar grandes deficiências no indivíduo.