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{Satse} denúncia que o SES rejeita contratar a uma enfermeira grávida

Era a número um da saco/sacola/bolsa de sala de operações na área de Navalmoral

 

AGENCIAS
08/05/2019

O Sindicato de Enfermagem ({Satse}) denunciou ontem que o Servicio Extremeño de Salud (SES) não contratou a uma enfermeira «devido a seu estado de gestação», apesar de que ostentava o número um na bolsa de emprego de especialidades de sala de operações do Área de Saúde de Navalmoral de la Mata (Cáceres). Numa nota de imprensa, {Satse} se {referió} ontem a um escrito/documento da Inspeção de Trabalho e Segurança Social no qual se dá resposta à denúncia realizada pela enfermeira, «que não foi contratada pelo SES pelo mero facto/feito de contar com um relatório/informe na qual se a considerava apta mas com limitações devido a seu estado de gestação».

sexo / Neste sentido, o sindicato considera, «tal como a Inspeção de Trabalho», que o SES, e concretamente, o diretor de Recursos Humanos do Área de Saúde de Navalmoral de la Mata, Blas Martínez García, mostraram uma atitude «totalmente discriminatória» até esta profissional por razão de sexo.

Assim, sublinha que a forma de atuar do responsável de Recursos Humanos incumpre a Constituição, o Estatuto dos Trabalhadores e a Lei de Igualdade Efetiva de Mulheres e Homens, e contravem, além disso, o estipulado pela União Europeia. «Com sua forma de atuar o Servicio Extremeño de Salud tem truncado as possibilidades laborais da enfermeira afetada e situa à mulher numa situação de desvantagem pelo risco associado à maternidade em geral e ao gravidez em particular», critica {Satse}.

O sindicato de Enfermagem acrescentou que resulta «absolutamente {reprobable} que, a estas alturas do século XXI, se continue discriminando a qualquer mulher que está plenamente qualificada e qualificada para desempenhar uma lavor/trabalho profissional pelo mero facto/feito de estar grávida ou querer ser mãe», indica numa nota. Por tudo isso, {Satse} assegurou que espera que o SES reconsidere sua inicial decisão e contrate à profissional de enfermaria afetada, «respeitando assim o que o regulamento europeia e nacional defende em matéria de igualdade de género e luta contra a discriminação sexista».