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Román revalida seu terceiro mandato em CSIF e pede mudar a lei sindical

Reclama alargar o diálogo social apesar das «pressões do velho sindicalismo»

 

Román e Apaga junto a Vara, a delegada do Governo, a presidenta da Assembleia e seu homólogo da {Fempex}. - CSIF

REDACCIÓN / AGENCIAS
23/10/2019

Con quase o 97% dos votos dos {compromisarios} assistentes, Benito Román revalidou ontem seu terceiro mandato à frente de CSIF na Extremadura por quatro anos mais. Durante o oitavo congresso celebrado ontem em Mérida, o presidente autonómico do sindicato desde 2012 conseguiu como único candidato 122 votos dos 126 emitidos. Após sua reeleição, Román instou à classe política a modificar a Lei Orgânica de Liberdade Sindical com o fim de que CSIF esteja presente em todos os âmbitos de negociação apesar, segundo disse, de «as pressões do velho sindicalismo».

O reeleito recordou que CSIF é o sindicato com mais representatividade na Mesa Geral de Negociação da Junta, com um 42,9%, e tem um 16% se soma os resultados do âmbito público e privado. Mas apesar de isso, a lei sindical bloqueia a condição de ser «mais representativo», pelo que considera que é «necessária uma modificação do quadro legislativo que reconheça a legitimidade de todos os sindicatos para a promoção eleitoral, e uma lei que regule o financiamento sindical sobre/em relação a a base de proporcionalidade».

No seu entender, a sociedade está exigindo outra forma de fazer sindicalismo, daí «que aqueles que podeis mudar esta situação {debéis} ter a valentia de aguentar as pressões do velho sindicalismo». Neste sentido, o presidente nacional de CSIF, Miguel Borra, presente no congresso, assegurou que para responder à necessidade de transferir ao âmbito sindical «o pluralismo democrático da sociedade» é necessária a modificação dessa lei orgânica sindical com o objetivo de que seja suficiente o 5% de representatividade para estar presente nos âmbitos de negociação.

«É necessária uma alternativa sindical acorde ao século XXI e não do século XIX», manifestou Román, quem, no âmbito dos serviços públicos, considera que estes «devem ser a bandeira e a sinal de identidade» do Estado de Bem-estar, mas a melhoria dos mesmos precisa de «um Governo real e com capacidade legislativa».

Na sua opinião, «outro sindicalismo é possível» e «CSIF não é correia de transmissão de nenhum partido político», salientou. Também, o reeleito presidente sindical instou à classe política a que após o 10N «impere o sentido comum, o sentido de Estado e apareçam os políticos em maiúsculas, com a capacidade e humildade de saber chegar a acordos para conformar um governo de Espanha». Exigiu que se {blinden} as verbas/partidas orçamentais necessárias para que não se diminuam os direitos laborais, económicos e sociais dos trabalhadores.

PERDA DE DIREITOS / Por seu lado, Borra destacou que os empregados públicos ainda arrastam uma perda de poder/conseguir aquisitivo de até ao 19,6% desde 2010. «Temos que pôr data a esta recuperação e assinar um acordo plurianual». Ao fio, o presidente da Junta, Guillermo Fernández Vara, salientou a sua vontade de diálogo e conseguir acordos com os sindicatos no âmbito da função pública, tudo isso num quadro duma Administração «mais saneada e sustentável», disse. Como consequência da falta de orçamentos estatais, o défice da Extremadura se tem {desequlibrado}, disse Vara, quem assinalou que sem crescimento económico, não há rendimentos e isso dificulta poder/conseguir atender as reivindicações sindicais.