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O repto/objetivo demográfico, a indústria e o comboio, chaves para o futuro da região

Segundo um estudo de {Caixabank}, temos de pôr fim ao isolamento geográfico e social. Destaca o potencial das renováveis e o turismo, sectores «em alta» na comunidade

 

Fernández Vara com diretivos de {Caixabank}, ontem no Parador de Mérida. - {JUNTAEX}

REDACCIÓN // EFE region@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
28/03/2019

Extremadura deve combater seu desequilíbrio social e demográfico, bem como o reduzido peso da inovação em sua economia se quer enfrentar o desenvolvimento de seu futuro. Além disso, deve manter seu aposta em a indústria agroalimentar, as energias renováveis e sua biodiversidade. A estes reptos/objetivos se somam a mais que necessária cooperação público-privada, o impulso ao corredor hispano-luso de alta velocidade e uma aposta decidida pelas políticas de emprego e de formação laboral.

Estas são algumas das conclusões recolhidas no relatório/informe ‘A economia da Extremadura: diagnóstico estratégico’, um estudo elaborado por {CaixaBank} que se apresentou ontem em Mérida. O documento oferece um diagnóstico da região no qual se analisam suas fortalezas e oportunidades, mas também suas fraquezas e ameaças. Em termos gerais e resumido numa frase, Extremadura deverá adotar «uma estratégia mais proativa», segundo o relatório/informe, que se faz eco do declive sociodemográfico e a situação {periférica} da Extremadura. «São dois obstáculos que apresentam grandes reptos/objetivos e que exigem, por sua vez, pôr fim ao isolamento, tanto/golo em termos de infraestruturas como de inserção comercial com o resto do mundo», salienta o estudo.

Por isso, a {interconectividad} territorial a partir da construção de umas novas infraestruturas ferroviárias mais potentes é prioritária e deve materializar-se através de um corredor hispano-luso de alta velocidade e logístico.Neste sentido, o presidente da Junta de Extremadura, Guillermo Fernández Vara, que assistiu à apresentação do relatório/informe ontem em Mérida, disse que «uma boa comunicação com Madrid não nos resolve tudo o problema».

«A notícia mais importante é a recuperação do projeto ferroviário {Sines}-Lisboa-Elvas», apontou Fernández Vara em referência à conexão ferroviária de pessoas e mercadorias com o país vizinho/morador e, num futuro, da linha Lisboa-Madrid.

Ao ato também assistiram a diretora territorial de {CaixaBank} em Castela La Mancha e Extremadura, Isabel Moreno; o economista chefe da entidade financeira, {Enric} Fernández, e o sócio de AFI (consultora encarregada de elaborar o relatório/informe), Diego Vizcaíno. O estudo também recorda que as novas tecnologias oferecem uma oportunidade chave «para reverter a dinâmica {perniciosa} que apresenta o tecido produtivo extremenho», especialmente para dar maiores/ancianidade facilidades à exportação e atrair talento e empresas.

Consolidar a integração agricultora-indústria através da incorporação do valor acrescentado para facilitar a promoção e comercialização dos produtos locais. A dimensão territorial, a menor pressão humana e a amplitude dos recursos ambientais disponíveis são uma vantagem comparativa da Extremadura no conjunto/clube do país. A posta em valor dos recursos naturais da Extremadura oferece um importante potencial para o turismo e as energias renováveis, «dois sectores em alta». Em relação a isto, {Fernñandez} Vara apontou que os investimentos em renováveis na região alcançarão os 8.000 milhões de euros.

INOVAÇÃO / Reforçar a parceria público-privada, especialmente em matéria de inovação, dada «a pouca implicação do sector privado no {I+D+I}», é outra linha estratégica que deve seguir/continuar-se. Além disso, o relatório/informe sublinha a necessidade de promover a cooperação empresarial para melhorar a implantação das ações na linha da sinergia.

Face a enfrentar o declive demográfico, o estudo reitera a necessidade de melhorar a atração e a retenção de talento, especialmente naqueles grupos de população mais jovens e qualificados. Em matéria laboral, apesar de seu alto índice de desemprego, que deve ser combatido com planos específicos, Extremadura conta com um mercado de trabalho que tem certas vantagens que se podem potenciar.

Entre elas, destaca a maior eficiência nos {emparejamientos} entre oferta e procura de trabalho e a superior produtividade laboral em atividades das tecnologias da informação e comunicações, o que se apresenta como um sector de oportunidades a impulsionar face ao futuro.