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A região exporta por valor de 1.024 milhões até Junho, um 8,2% mais

Em Junho, os envios ao exterior se dispararam um 35%, o segundo maior auge de tudo o país. Este incremento está muito acima da média nacional, que é do 1,7% nestes seis meses

 

REDACCIÓN
22/08/2019

O bom comportamento experimentado na comercialização de alimentos, semimanufaturas não químicas e, em menor medida, de matérias-primas, disparou as exportações extremenhas no mês de Junho. Cresceram um 35%, até superar os 256 milhões de euros, na qual foi a segunda melhor evolução registada entre todas as regiões espanholas, só/sozinho superada pela de Asturias. Extremadura fechou assim um bom primeiro semestre em matéria de comércio exterior, com 1.024,7 milhões de euros comercializados fuera das fronteiras espanholas e um auge do 8,2% em relação ao mesmo período de 2018, percentagem que excede largamente a média nacional. Além disso, temos de ter em conta que o crescimento se calcula sobre/em relação a um ano, o 2018, que foi recorde para as exportações extremenhas, superando-se nele por vez primeira os dois mil milhões de euros no acrescentado do exercício.

No conjunto/clube do país, as exportações de bens subiram no primeiro semestre do ano um 1,7% até alcançar o máximo de 147.408 milhões, embora o ritmo de crescimento se {ralentizó} relativamente a anos anteriores. As vendas se viram lastradas por uma descida do 5,7% no sector automobilístico, um dos principais pilares do comércio exterior espanhol. E em Junho o aumento foi só/sozinho do 0,9%, segundo os dados difundidos ontem pelo Ministério de Indústria, Turismo e Comércio,

Paradoxalmente, em Junho praticamente todos os sectores exportadores extremenhos apresentaram quedas na comparativa interanual, mas as subidas experimentadas por alimentos e semimanufaturas não químicas foram de tal magnitude que permitiram compensar sobejamente estas diminuições. De facto, as altas ou descidas nestes dois sectores são em muitos casos as que marcam a tendência das exportações regionais, pelo elevado peso que têm nelas.

Dentro do capítulo de alimentos, com uma subida em Junho do 40,1%, destaca a melhoria dos envios de frutas e hortaliças, do 45,8%, epígrafe que por sim só/sozinho representou o 32,9 % do total regional. «Isto se deve, em parte, à boa campanha de exportação de fruta em comparação ao ano passado, que foi atípico pela curta produção que teve», assinala Ramón Montero de Espinosa, diretor territorial de {ICEX} na Extremadura.

Desta forma, o aumento do valor das vendas de fruta no estrangeiro vem derivado da maior quantidade/quantia de produção, não de que tenha tido uma melhoria nos preços em relação ao ano passado.

Especialmente chamativa é a evolução das semimanufaturas não químicas, que dobram largamente as cifras de Junho de 2018, com um {+114}%, e que tem seu principal causa no incremento da verba/partida de metais não {ferrosos} (3.250,9%), que somou um montante de 26,3 milhões de euros. Também foi destacada o promoção dos artigos de ferro e aço, com um 34,5% e 19,3 milhões de euros exportados.

Do global do primeiro semestre, o diretor territorial de {ICEX} salienta, por um lado, que «os dados, sem ser tão espetaculares como os de Junho, também têm um bom comportamento em comparação com os nacionais». Por outro que, contrariamente ao que aconteceu em Junho, durante os dois primeiros trimestres do ano «a maior parte dos sectores apresenta subidas». «Por pôr um mas, mencionaria a queda/redução que, por enquanto, sofre o mercado asiático, com uma descida do 14,1%», precisa. Esta circunstância se vê compensada com uns crescimentos significativos tanto/golo no principal mercado para os produtos extremenhos, o europeu, que concentra um 84,5% de todas as vendas ao exterior e que avança um 7%, como no americano (8,8%) e no africano (6,3%).

DETALHE POR PAÍSES / Por países, Portugal, o destino onde vai a parar uma maior proporção das expedições extremenhas—mais duma quarta parte—, experimento um ligeiro recuo (2,2%). Melhor foram as coisas nos seguintes mercados em importância para a região: o francês, com um avanço do 13,1% e 184 milhões ao todo, o alemão (145,6 milhões e {+9,3}%), o italiano (76,2 milhões e {+19,2}%), e o britânico, que com um incremento do 20,6% alcançou os 52,9 milhões de euros e não parece estar dando sintomas de acusar por agora as tensões provocadas pelo {brexit}. Fuera do velho continente, é notável o crescimento das vendas durante os primeiros seis meses do ano em Argélia, do 250,9%, que levou a este país a coar-se entre os dez destinos preferentes das exportações extremenhas, com 19,4 milhões de euros em vendas.