+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

A plataforma de Montánchez denunciará à empresa dos moinhos

Por dividir o projeto para que «o estudo ambiental seja mais suave»

 

R. SÁNCHEZ
24/10/2019

«Trata-se na verdade do mesmo projeto, dividido em quatro diferentes para que os requisitos e o exame do estudo de impacto ambiental sejam mais suaves». É o argumento que esgrimem desde a plataforma cívica Serra de Montánchez-{Natura} para a denúncia que vão fazer à promotora que quer instalar um parque eólico no ambiente deste município cacerenho. A empresa Instituto/liceu de Energias Renováveis pretende colocar 22 moinhos em duas zonas de tal maneira que no novo paisagem resultante os aerogeradores {flanquearían} ao castelo desta localidade.

O parque eólico, de 64 megawatts de potencia ao todo, estaria formado por Montánchez I e II, {Alijares} e {Astorgano}. Mas os moinhos se agrupariam em duas zonas: 15 por um lado e 7 por outro.

O projeto não é novo, já se lançou em 2006 e teve igualmente oposição/concurso público. Mas agora se voltou a retomar e a polémica também tem regressado. Até tal ponto que se apresentaram 500 alegações (200 genéricas e 300 de pessoas diretamente afetadas) contra este futuro parque eólico. «{Calculamos} que em Fevereiro começarão a responder às alegações. Mas a informação que temos podido obter é favorável aos interesses da plataforma. Os projetos são de tão pouca qualidade técnica, que é muito provável que não passem a lupa dos técnicos encarregados da declaração de impacto ambiental», manifesta Francisco Pulido, porta-voz desta iniciativa cidadã que conseguiu mobilizar a grande parte do município.

A maioria dos vizinhos/moradores acredita que o projeto prejudicará ao povo/vila porque agora a aposta é o turismo rural e os aerogeradores suporiam um grande impacto visual. Além disso defendem que os postos de trabalho seriam mínimos e que muitos empregados (pessoal especializado) viriam de fora. Não obstante, há outra parte da população que vê no projeto uma opção de futuro.