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PEDE chama aos docentes a não aceitar ser tutores de práticas sem remuneração

Critica que a UEx e a conselheria não valorizam aos trabalhadores

 

REDACCIÓN
09/05/2019

O sindicato PEDE reiterou ontem sua oposição/concurso público à {tutorización} gratuita das práticas dos alunos da Universidad de Extremadura e fez um apelo aos docentes para que não o aceitem enquanto não se recupere a gratificação depois de/após que se {publicara} ontem no Diário/jornal Oficial da Extremadura (DOE) a resolução pela que se convoca a seleção de centros de formação em práticas e professores tutores de os alunos em práticas, correspondentes às licenciaturas de Grau/curso universitário em Educação Pre-escolar e em Ensino Básico, do curso 2019/2020. «A Universidad de Extremadura (UEx) e outras universidades em colaboração com a Conselheria de Educação e Emprego, que não valoriza a seus trabalhadores, seguem/continuam pretendendo que {trabajemos} gratuito», denunciou o sindicato. Após o «massivo apoio» mostrado pelos centros educativos extremenhos a uma campanha empreendida para a avaliação da ação {tutorial} dos alunos da UEx, PEDE conseguiu em 2010 que se gratificasse economicamente aos professores tutores de práticas de alunos do {Prácticum}. Estas gratificações se mantiveram dois anos até que foram retiradas unilateralmente pela UEx, apesar de que esta segue/continua recebendo ao os alunos os créditos de matrícula das práticas. No seu entender, Educação não deve esquecer o esforço acrescentado que os docentes e os centros realizam acolhendo em práticas a alunos da UEx, com o que velam assim pela formação de futuros profissionais.