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Patronal e sindicatos advogam por novos mercados e mais proteção perante o ‘{brexit}’

A Creex não espera efeitos «especialmente {lesivos}» para a região

 

EFE MÉRIDA
24/10/2019

A busca de mercados alternativos e a proteção dos trabalhadores são duas das procuras que o patronato e os sindicatos têm formulado à Junta de Extremadura e a Delegação do Governo para enfrentar o impacto do ‘{brexit}’. Ambos se têm somado ao grupo de trabalho criado pelas administrações central e autonómica diante da saída de Reino Unido da União Europeia e assistiram ontem a uma nova reunião em Mérida presidida pela vicepresidenta da Junta, Pilar Blanco-Morales. No encontro se lhes expôs o plano de medidas desenhado em base a um «{brexit} duro», sem acordo, por ser «o mais {pernicioso}» para a região.

O secretário-geral da Confederação Empresarial Extremenha (Creex), Francisco Javier Peinado, considerou que os efeitos «não têm que ser especialmente {lesivos}» para a economia extremenha dado que suas exportações ao mercado britânico só/sozinho representam o 5%. Não obstante, «temos de tentar não perderlo, bem no Reino Unido ou procurando mercados alternativos», sublinhou Peinado, que insta a pôr o foco no sector da fruta de osso.

Por seu lado, a secretária regional de UGT, {Patrocionio} Sánchez, expressou a sua preocupação por que as empresas estejam «protegidas» para que o {brexit} não afete ao emprego. Neste mesmo sentido pronunciou-se sua homóloga em CCOO, Encarna Chacón, que pediu esse amparo para os extremenhos que emprestam seus serviços em território britânico.