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O {PAS} pede que não se firme/assine o convénio coletivo

 

26/10/2019

As assembleias do Pessoal de Administração e Serviços ({PAS}) laboral da Universidad de Extremadura (UEx) reclamam que não se firme/assine o novo convénio coletivo. O comissão de trabalhadores, composto por representantes de USO, CSIF, UGT e CCOO, convocou assembleias de trabalhadores para transmitir-lhes a informação referida à situação da negociação do IV Convénio Coletivo, que se celebraram nesta semana nos campus de Mérida, Cáceres e Badajoz. Em todas elas, o resultado foi «avassalador», segundo salientou ontem o comissão de trabalhadores num comunicado. A «unamimidade» dos presentes no cômputo total das assembleias, onde participaram perto do 50% da plantel/quadro que conformam a Relação de Postos de Trabalho ({RPT}) do {PAS} laboral, decidiu apoiar sem paliativos ao comissão de trabalhadores, mesmo com não assinar o novo convénio.

A Gerência da UEx abandonava, no passado 16 de Outubro, a reunião da Comissão Negociadora e bloqueava desta forma as negociações que se estavam levando a cabo duma forma «satisfatória», segundo o comité.O novo convénio, precisou ontem numa nota, poderia {serle} de aplicação a um bom número de trabalhadores, dado que uma das principais novidades seria a inclusão no convénio dos trabalhadores denominados «técnicos de apoio». Terminaria desta forma com a «falta de defesa jurídica» à que este coletivo está submetido, ao acrescentar-se ao coletivo do {PAS} laboral, em cuja {RPT} constam à volta de 140 postos de trabalho, indicou.

A terceira e última proposta efetuada pela Gerência foi rejeitada pelo Comissão de Trabalhadores e os trabalhadores nas assembleias. Dita proposta inclui o corte duns direitos adquiridos e consolidados por este coletivo desde 1982 –o reconhecimento à trajetória profissional ao concluir a vida laboral–, quando foram {disfrutados} pelo {PAS} laboral ao longo/comprido dos últimos 37 anos, criticou o comité. Este coletivo e seus representantes mostraram um grande mal-estar ao comprovar que na imensa maioria das 50 universidades públicas espanholas se mantém este direito desde sua instauração. Também, se sentem «enganados» pelo reitor, Antonio Hidalgo, «dado que em seu programa eleitoral nada disse de suprimir ou diminuir este reconhecimento», advertem. Esperam que se convoquem uma nova reunião da comissão negociadora. EFE