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O parque de habitações alugadas na região aumenta um 6,1% em 2019

As duas capitais de província e Mérida somam mais da metade do total dos imóveis. Com tudo, o peso do mercado do aluguer segue/continua muito longe do qual tem no conjunto/clube do país

 

REDACCIÓN
23/10/2019

O número de habitações em aluguer na Extremadura aumentou no 2019 um 6,1% em relação ao 2018, uma evolução muito superior à experimentada no conjunto/clube do país, onde o crescimento foi muito mais moderado, do 1,95%. Com tudo, o peso do mercado do aluguer na comunidade autónoma segue/continua muito longe do qual tem a nível nacional. Nem sequer as três principais cidades da região conseguem chegar ao média de habitações em aluguer por cada cem habitantes que há em Espanha, que é de 7,9. Cáceres, a que mais se aproxima, fica em 6,35, mas em Badajoz a rátio baixa até 5,4 e em Mérida a 4,34, conforme ao estudo que sobre/em relação a a evolução do mercado do aluguer deu a conhecer ontem Ficheiro de Inquilinos Morosos.

A tendência que se tem contabilizado na região contrasta com a seguida/continuada a nível nacional, onde a oferta de aluguer se travou quase em seco neste ano, com menos de um 2% de auge, quando no 2018 tinha sido do 7,7%. O diretor de Estudos e Qualidade de Ficheiro de Inquilinos Morosos ({FIM}), Sergio Cardona, reconhece que se produziu um «queda significativa» neste mercado e avisa do impacto das mudanças legislativos introduzidos nos últimos meses e da instabilidade político-económica. Neste ponto, assinala que a preocupação dos proprietários de habitações de sofrer um caso de crédito malparado está em aumento, o que produziu que muitos optem por não alugar. «São as consequências mais imediatas de legislar de costas ao mercado e sem ter em conta as necessidades reais de proprietários e inquilinos», lamenta.

Por outro lado, o bom comportamento na Extremadura tem sua origem em que «Ao vir duns níveis tão baixos de habitações alugadas, os incrementos são lógicos, já que qualquer pequena variação se reflete. Não obstante, deveriam ser mesmo maiores/ancianidade», afirma Cardona, que qualifica a relação extremenha entre imóveis alugados e população como «extremadamente baixa»

Uma escassa presença do aluguer que vem motivada por uma «combinação de fatores», entre os que sublinha o escasso dinamismo económico. «Quantas mais empresas e tecido industrial tenha numa região mais movimento em torno do aluguer há», precisa. Um limitado fluxo de universitários procedentes doutras regiões e «o medo ao falta de pagamento» dalguns proprietários e que lhes leva a não pôr as casas no mercado, precisa, também contribuem a esta situação.

Apesar disso, a curto e meio prazo prevê que «a evolução normal/simples e natural» é que, já seja «com maior ou menor intensidade», continue aumentado o número de habitações alugadas na Extremadura.

OFERTA CONCENTRADA / Com crescimentos respetivos do 6,2%, 5,3% e 5,4% entre o 2018 e o 2019, Mérida, Cáceres e Badajoz encontram-se entre as 15 cidades espanholas nas que mais aumenta o aluguer, segundo o estudo de {FIM}. Neste sentido, outro dos traços que caraterizam a oferta de imóveis para alugar na Extremadura é que está muito concentrada nas principais cidades. As duas capitais de província e a autonómica somam mais da metade do parque (52%), apesar de que a população que têm entre as três não chega a 30% do total da região. Badajoz é a localidade com mais habitações alugadas, com um 25,5% do acrescentado, seguida/continuada por Cáceres, com um 19,1%.

RESTO DE ESPANHA / De acordo ao estudo de {FIM}, Múrcia é a cidade onde mais têm avançado as habitações destinadas ao aluguer neste ano, com um 8,6%, seguida/continuada doutras capitais como Ciudad Real (8,4%) e Guadalajara (7,2%). No lado oposto se situam {Tarragona} e Melilla, com um 8,4% de queda/redução. {Lérida} (-4,3%), {Gerona} (-3,7%) ou Barcelona (-3,4%) também se movem em números negativos.

Quanto à rátio entre habitações e população, {Gerona} figura como a cidade com mais imóveis alugados por cada 100 habitantes, com 13,61. Lhe seguem/continuam Santiago de Compostela (13,19), Barcelona (11,11), A Corunha (10,77), Salamanca (10,46) e Madrid (9,83). Pelo contrário, Ceuta, com 3,23, é onde este quociente é mais baixo, acima de Huelva (3,29), Melilla (4,15) ou Córdoba (4,34).