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O novo contrato do transporte sanitário se adjudicará por lotes

PP, {Cs} e Podemos mostram o seu apoio aos trabalhadores e reclamam sanções. {Vergeles} reitera que não há argumentos legais para rescindir a relação com Don juan

 

R. E.
25/10/2019

O conselheiro de Saúde e Serviços Sociais, José María Vergeles, avançou ontem no plenário/pleno da Assembleia que o novo contrato para o transporte sanitário se adjudicará em 2021 por lotes e com a participação de todas as partes implicadas no processo. Vergeles compareceu a pedido do PP para informar do grau/curso universitário de cumprimento da atual adjudicatária, Ambulâncias Don juan, e apesar de {capitalizar} todas as críticas, assegurou que não cairá na«batota/logro» da oposição/concurso público de rescindir o contrato agora em vigor «sem argumento legal».

O conselheiro reiterou que o contrato com Don juan não se alargará, algo que já se comunicou à empresa. Admitiu que existem problemas no transporte programado, que aumentou mais de um 10% anual, mas isto não é causa para deixar sem efeito o contrato. Vergeles também recordou que se iniciou um procedimento sancionador a partir de umas atas de infração, no qual se se determinam «as condições legais para rescindir o contrato, o {rescindiremos}, mas com segurança jurídica e administrativa», reiterou.

Segundo disse, a Administração leva a cabo um controlo estritos e vela desde o primeiro momento por que se cumpram todas as condições, mas «em nenhum caso vai a substituir os trabalhos próprias do comissão de trabalhadores», informa Efe. Se produziram até 10 reuniões da comissão de seguimento do contrato, à que se têm incorporado representantes dos comissões de trabalhadores. A análise das reclamações atira um 0,003% dos serviços reclamados, cifras «similares ou inferiores» às que tinha com a anterior adjudicatária, e realizam-se inspeções de veículos periódicas, mesmo «por acaso».

{Fernte} a estes argumentos, a porta-voz do PP, Cristina Teniente, transmitiu «uma mensagem de apoio» aos trabalhadores, que seguem/continuam em sua luta, com {paros} e uma greve indefinida para defender seus direitos laborais, que estão sendo «calcados por uma empresa que tem sistematizado a fraude fiscal e laboral», disse. No PP acreditam que há «causas sobradas» para a rescisão do contrato e se perguntam que há detrás para que a Junta não tome medidas perante os incumprimentos reiterados do convénio e do caderno de encargos, que levaram a 74 atas de inspeção de trabalho. Por seu lado, a deputada de {Cs}, Encarna Martín, exigiu à Junta que «tome consciencializa do problema e adote uma solução digna já». Na mesma linha, o deputado de Unidas Podemos Joaquín Macías advogou por pôr sanções e rescindir o contrato.