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Na Extremadura realizam-se três chamadas cada dia ao telefone 016

O 78% são das próprias vítimas de maltrato, o resto de familiares ou pessoas de seu ambiente. Este número oferece informação e aconselhamiento e é confidencial, não se pede nenhum tipo de dado

 

Manifestação em Cáceres para denunciar a violência machista. - FRANCIS VILLEGAS / ARQUIVO

R. SÁNCHEZ region@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
24/10/2019

A esse telefone pode chamar qualquer pessoa (mulher, homem, ancião, menor) que cria/acredite que tem perto uma situação de violência machista. É um serviço gratuito que funciona as 24 horas os 365 dias do ano. Gere as petições/pedidos de forma confidencial e anónima, de maneira que não se pedem dados e não põe em perigo a aqueles que estão em situação irregular em Espanha. Não deixa rasto na fatura do telefone, mas sim fica gravado o número no registo do telemóvel, pelo que desde as associações aconselham apagá-lo para evitar regas.

Trata-se do 016, um telefone que oferece informação e aconselhamiento em caso de maltrato até a mulher. Na Extremadura se recebem três chamadas cada dia em média. E o 78% das mesmas as realizam as próprias vítimas; o resto são por parte de familiares ou de pessoas de seu ambiente próximo. A percentagem evidencia que na maioria dos casos é a mulher que sofre maus-tratos (físico ou psicológico) a que deve dar o passo apesar da realidade de submissão que vive.

As cifras as ofereceu ontem a delegada do Governo na Extremadura, Yolanda García Seco, numas jornadas de formação para membros das Forças e Corpos de Segurança do Estado e operadores do 112 para abordar a atenção às primeiras chamadas de emergências. Esta atividade se integra nas atuações do Pacto de Estado contra a Violência de Género.

A DIFERENÇA COM O 112 / Teria que {recordar} que o 016 é um número só/sozinho de informação e aconselhamiento (para conhecer os direitos das vítimas em matéria de emprego, serviços sociais, ajudas económicas, assistência, acolhimento, ajuda jurídica...), de maneira que se a pessoa que chama encontra-se numa emergência, nessa altura deve marcar o 112. «É muito importante essa primeira chamada em casos de violência de género e de desaparições para poder/conseguir ativar os recursos necessários segundo o nível de risco que exista», sublinhou a delegada do Governo.

Também se deve destacar que o 016 é exclusivamente para casos de violência machista, isto é, para aquela violência (tanto/golo física como psicológica) que se produz contra a mulher pelo simples facto/feito de sê-lo por parte de aqueles que sejam ou tenham sido seus casais.

Para outro tipo de situações, existem outros recursos. Por exemplo, se trata-se de menores (violência infantil), estas chamadas se derivarão ao telefone da Fundação {ANAR} de Ajuda a Meninos e Adolescentes (900202010).

Se o maltrato se produz até um homem, tratar-se-ia nessa altura de um caso de violência doméstica e o serviço disponível são a Escritórios de Assistência às Vítimas dependentes do Ministerio de Justicia e que existem em todas as comunidades autónomas.