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Muito frio, também pelo dia

A onda polar que percorre boa parte do país terá um impacto limitado na região, uma das únicas três sem avisos de risco H Com tudo, elevará as temperaturas diurnas, até agora bastante moderadas

 

REDACCIÓN
11/01/2019

A vaga de frio polar que na quarta-feira {penetró} pelo nordeste da Península e que desde então se tem ido estendendo por boa parte dela e das ilhas Baleares terá um impacto limitado, tanto/golo em duração como em intensidade, na Extremadura. De facto, a região é uma das únicas três autonomias, junto a Canárias e o País Basco, nas que não se tem ativado para hoje nenhum aviso de risco, algo que sim se fez em mais de trinta províncias espanholas.

«Mais que vaga de frio, será um episódio de baixas temperaturas», precisou ontem Manuel Lara, porta-voz junto da Delegação Territorial na Extremadura da Agência Estatal de Meteorologia ({Aemet}). Seu efeito mais notável vai ser uma significativa descida, durante a jornada de hoje, das temperaturas diurnas, que até agora tinham vindo sendo bastante «agradáveis», com máximas que chegaram a alcançar nos últimos dias «os 17 ou 18 graus» nalgumas zonas da província de Badajoz. A previsão é que estas máximas caiam na comunidade autónoma «da ordem dos cinco graus» e se situem em muitos casos abaixo dos dez. Também soprará algo mais de vento, «frouxo ou moderado», o que «fará que a sensação térmica seja um pouco/bocado mais baixa».

No caso das mínimas, por outro lado, diminuirão em geral em menor medida, à volta de um grau/curso universitário, com o que se reduzirá significativamente a amplitude térmica que se tem vindo registando. Neste sentido, Lara sublinhou que as mínimas já estavam «realmente baixas» na Extremadura, «com geladas moderadas ou severas nalguns pontos. Na terça-feira teve cinco graus baixo/sob/debaixo de zero em Navalmoral de la Mata ou 3,5 graus baixo/sob/debaixo de zero em Aliseda».

Não obstante, a descida, tanto/golo de temperaturas máximas como de mínimas, sim será notável em determinados lugares da região nos que tanto/golo umas como outras se tinham mantido muito altas. É o que acontecerá em «algumas zonas de montanha da província de Cáceres, como Tornavacas e Piornal», onde o categoria se moverá a valores mais em consonância com esta época do ano. «Não é normal/simples que tenha quatro graus de mínima em Piornal quando há cinco baixo/sob/debaixo de zero em Navalmoral», incidiu.

Já partir de amanhã, a {Aemet} prevê que as máximas experimentem «uma ligeira recuperação» que, sem levar os termómetros aos níveis anteriores, sim os ponha «notablemente acima do dez graus». «Quando passe esta situação {volveremos} outra vez a um bloqueio anticiclónico que nos trará geladas, nevoeiros, tempo muito estável e ausência de precipitações», anotou o porta-voz junto da {Aemet} na Extremadura. Um tempo, «tipicamente de inverno», disse, se bem, matizou/precisou, «o que se calhar deixa de ser normal/simples é que esta situação se prolongue muito tempo. Levamos já muitas semanas com ausência de {nubosidad} e precipitações».

Zonas de toda Espanha, exceto na Extremadura, País Basco, {Tarragona}, {Castellón}, Cádiz, Málaga e as ilhas Canárias, têm hoje risco (amarelo) ou risco importante (laranja) por temperaturas mínimas ou por fenómenos costeiros.

Assim, ontem estava previsto que a descida acusado/arguido e generalizado das temperaturas levará os termómetros durante a madrugada de hoje a valores de menos cinco graus centígrados em diferentes lugares do país e inclusivamente até menos doze graus no caso de Parameras de Molina (Guadalajara) e menos dez no do Vale/cerque de {Arán} ({Lérida}).

Igualmente, se prognostica {ban} geladas para quase tudo o interior peninsular e inclusivamente em zonas próximas ao litoral, incluído o de Baleares. As geladas poderiam ser moderadas e inclusivamente fortes nas zonas de páramos e de montanha de toda a Península.