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Monago e suas piscadelas a {Vox}

«O {otrora} {barón} vermelho, o defensor do aborto», lhe recrimina Miguel Ángel Morales. Se aproxima ao jogo/partido de {Abascal} para evidenciar a sua postura face às eleições

 

O presidente do PP extremenho, José Antonio Monago, em conferência de imprensa. - EL PERIÓDICO

R. SÁNCHEZ
11/01/2019

Não quis opinar sobre/em relação a os partidos conservadores europeus que se têm posicionado contra de negociar com {Vox}; além disso, negou que existam vozes discrepantes internas (embora Alberto Núñez Feijóo, presidente da Xunta, tem marcado distâncias pelo aproximação do PP à formação de {Abascal}). Para José Antonio Monago, presidente do PP na Extremadura, o assinado em Andaluzia é «perfeitamente assuntível para qualquer dirigente do seu partido».

Monago faz piscadelas a {Vox} e evidencia que não teria nenhum problema em pactuar com eles para chegar ao Governo. «Se o PSOE jantar em {Nochebuena} com {Otegi}, Pedro Sánchez é presidente com os votos de Bildu ou Guillermo Fernández Vara reúne-se em A {Corrala} com Podemos, que é a extrema esquerda, ¿porque é que o PP não se pode reunir com {Vox}?», {manifiestó} ontem.

«Giro e bonito»

O dirigente popular qualificou como «curioso e tenro» que se destaque que houve um acordo com a extrema-direita em Andaluzia e que, no entanto, «quando Vara se sentou em A {Corrala} -insistiu- com a extrema-esquerda de Podemos, era giro e bonito».

«O PP é um jogo/partido que pode pactuar com diferentes forças constitucionais como faz o PSOE, mas não vai a pôr etiquetas de legitimidade a uns e outros, porque se estaria dividindo o país em dois {Españas}».

O certo é que os populares extremenhos se aproximam ao jogo/partido de {Abascal} e evidenciam a sua postura face às eleições, que terão lugar o 26 de Maio.

Às palavras de Monago respondeu contundente na rede social Twitter o secretário-geral do PSOE de Cáceres, Miguel Ángel Morales: «O indigno líder do PP na Extremadura, {otrora} {barón} vermelho quando era presidente, defensor da liberdade da mulher perante o aborto, premiado por sua implicação com o coletivo {LGTBI}... agora defensor do pacto da vergonha andaluz. Que arte tem o tio».

«O que quer é sair em imprensa com {estridencias} e insultos. Não fala dos problemas que tem Extremadura, como a marcha dos jovens», foi a reação de Álvaro Jaén, secretário-geral de Podemos.

«O que está a fazer é lavar a imagem duns tipos que dão medo», assegurou. E acrescentou: «Estão a ver quem tira a bandeira de Espanha maior, é encher isto de testosterona».

Quanto a que Monago define a sua formação {morada} como de «extrema-esquerda», Jaén não quis responder. «Não {entramos} em categorias absurdas», sublinhou.